
Vermelho-encarnado... vermelho-sangue... vermelho-tomate...vermelho-escarlate... vermelho-fogo!
Considerando as cores como luz, o branco seria a sobreposição de todas as cores e o preto, a ausência de luz (portanto, de cores). O branco (ou a luz branca) pode, portanto, ser decomposto em espectros a partir de um, originando um arco-íris. E o vermelho é a primeira cor primária possível de se ver no espectro visível.
Por ser a cor da carne e do sangue o vermelho desperta, naturalmente, um sinal de alerta aos nossos olhos, de atenção e perigo.
Quente, pulsante, pode ser associado ao inferno, à ira. Mas, por outro lado, é a cor do sangeu de Cristo, do luto católico, dos mantos da alta hierarquia da Igreja, do Sagrado Coração.
No Oriente a cor vermelha sempre foi ligada a aspectos positivos, celebrações de paz e boa sorte para os chineses e à pureza espiritual para os indianos.
Durante a revolução francesa, o vermelho passou a representar o ideal revolucionário francês, usando na representação de estandartes da democracia e da igualdade social. O comunismo organizado também apropriou-se da cor à qual é, ainda hoje vinculado. Mas, contraditório que só, o vermelho é a cor da esquerda... e da Coca-Cola, do McDonald´s e da Ferrari!
Pulsante e encarnado como o coração cheio de sangue, o vermelho incita paixão, volúpia, desejo, romance. E também pecado, culpa, morte. Afinal, sangue fora do corpo é tão fatal quanto o calor da paixão!
Enfim, pra ser usado como cuidado. Conselho que não tenho seguido à risca... e não escondo que é a minha cor preferida!