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terça-feira, 31 de março de 2009

Superestréia!



Falei lá no superziper sobre o rolê que eu e outras flickeiras demos na CRAFT+Design, em março!
Além da diversão do encontro, foi um momento de conhecer muitos trabalhos de crafters bacanas.
Meus mui especiais agradecimentos às queridas: Aninha, da Tacón, pela foto; Cris, da Chez Cris; Rô Vargas, pela foto gentilmente cedida do móbile da Priscila Cañedo e, novamente, pelo AMOR de arame da Ana Moraes que ganhei de aniversário e a Juliana Bollini, pelas informações e simpatia!
E, claro, obrigada à Andrea e Claudia!

Novidade amarelinha...

...que cabe aqui na minha mão!

O que você quer guardar?
Maquiagens coloridas...

Vinténs e dinheirinho...

Cartões e canetinhas...

Não importa qual é o seu tesouro, o bacana é guardar numa SINHANINHA, a charmosa bolsinha multi-uso ana sinhana!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Necessárias!

Joaninhas e maçãs, bem vermelhas e muito úteis em qualquer bolsa de mulher!








quarta-feira, 25 de março de 2009

Totebag Apple





Ainda (e sempre!) as maçãs. Dessa vez com cotelê amarelo e detalhes de algodão vermelho!

terça-feira, 24 de março de 2009

Cheers!

Ando mau-humorada... só um pouquinho e só pra constar.
E sabe o que me dá mau humor? Gente sem nenhuma criatividade, que acha mais fácil recorrer ao copy-paste dos trabalhos alheios. Sobretudo no flickr.
Mas resolvi que só vou ter uma raiva de 5 minutos de coisas assim, porque não quero ter rugas prematuras, nem enfartar.
Pra essas pessoas, meu desprezo e um "block" bem grande.
E pra quem leva a vida com criatividade, sem causar rugas alheias, eu e essa moça aqui levantamos nossas taças de vinho!
Cheers!
(hic!)

Pêra.. maçã... salada mista!





Bolsa em sarja marrom e tecido de maçãs e pêras, também em marrom. Carimbo de maçãs (preciso providenciar o de pêras logo!).

segunda-feira, 23 de março de 2009

Eu no Superziper!



Sou a blogueira convidada durante o mês de março! E já estou adorando!
Vão me visitar!

Expectativas

Tão bom quando vou pra uma evento assim, totalmente easy, sem expectativa alguma, e tudo corre tão bem e o carrinho volta vazio. É que fiz bazar no sábado e voltei pra casa feliz da vida. E ainda tive visitas super queridas para o almoço, fiz bolo com uma ajudante-bailarina (vestida com tutu rosa e tudo!) para o café, vi meu afilhado...
E, no domingo, ainda tivemos festinha de aniversário da filha de uma das pessoas mais divertidas que conheço (um dia ainda conto alguma história dele aqui).
Fim de semana da melhor qualidade!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Leonard versus Marisa

Os gostos musicais aqui de casa são assim algo muito eclético (sem incluir axé, pagode, nem breganeja) e, no carro com a família toda, de vez em quando fica difícil escolher. Em geral, Beatles são a conciliação nas viagens. Todos gostam e ficam satisfeitos.

Ontem saí sozinha e quando fui colocar uma musiquinha de fundo, caiu justamente numa das muitas do Leonard Cohen que detesto profundamente (tanto que nem vou me dar ao trabalho de colocar link aqui) e que marido ama profundamente. Me dá uma angústia ouvir as músicas dele, acho as letras, a voz, tudo insuportável. Parece coisa de quem optou por ter uma vida miserável e ainda fica lembrando isso tempo todo.

Sei que o ideal do casamento é equilibrar as coisas, aceitar o que o outro gosta (se possível, gostar um pouco também). Mas nem sempre é possível. E os dois pontos em que isso é impossível são Leonard Cohen e (costumava ser) Marisa Monte...
Costumava porque houve uma época em que eu adorava a Marisa. Ouvia, cantava, assistia. E meu marido ficava enchendo, tirando sarro, fazendo piada até com o nome da diva, mesmo antes da gente casar.

E, há mais ou menos 10 anos atrás, teve show dela aqui, no Ginásio da Unicamp. Eu fiquei exultante, doida pra ir, ainda mais porque estava naquela fase de crianças bem pequenas, em que o máximo da sua vida cultural é rever O Rei Leão pela milésima vez (um verdadeiro "ciclo sem fim").

Claro que nem pensei em convidar meu marido. Mas fui toda feliz, com a cunhada e a comadre. Bem programa de mulherzinha. E lá pela terceira música, cantando e dançando e me deliciando... puff! As luzes do ginásio se apagam. Ficam só as de emergência. Passa uma hora e nada de energia, nem de música, nem de luz.
Eu, com a minha infinita sorte, resolvi ir ao show da Marisa Monte no fatídico dia do apagão nacional. Lembram? O dia em que o país inteiro ficou às escuras?
Pois é, lá estávamos eu e mais duas moças indefesas no meio daquela muvuca escura e resolvemos ir embora, como todo mundo que tinha um pouco de bom senso.
Saímos de lá para um breu total, sem saber o que acontecia. Cheguei em casa ainda numa total escuridão, mas mesmo sem luz, percebi o meio sorriso que marido tentava esconder, achando a maior graça no acontecido.

No dia seguinte, um colega da Unicamp, que também estava no show, me contou que ficou lá por mais de 3 horas. E que a luz voltou. E que ela cantou mais umas 15 músicas. Humpf!
Como sou birrenta, nunca mais consegui gostar de Marisa com o mesmo entusiasmo. E, claro, ir novamente a um show dela virou piada pronta. Impraticável. E não pretendo contribuir em nenhum sentido nem para uma nova crise energética nacional, nem para uma crise matrimonial.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Vermelho na cozinha



Vermelho na cozinha. Sempre!
Esses utensílios fofos vieram de longe, presentes de uma amiga de infância que preciso conhecer ao vivo...

terça-feira, 17 de março de 2009

Filhos

Um inocente banho no banheiro da vovó, um joguinho de basquete no intervalo da aula. Nada pra se preocupar, né?
Muito pelo contrário. O banho resultou em uma porta de box estilhaçada em cima do meu pequeno, mas o anjo da guarda tava atento e só ficou um arranhão; o jogo resultou em mais uma torsão de tornozelo do meu grandão, mais um gesso (o segundo em dois meses), mais dias de muleta e ortopedista.
Fico pensando cá comigo quando a preocupação vai terminar. Meus filhos são bonzinhos, nada arteiros e, ainda assim, os riscos e perigos estão por toda parte. E eu sou mãe neurótica mesmo, e fico com esse frio na barriga, essa sensação de que eles bem poderiam crescer mais devagarzinho, ficar mais em casa na barra da minha saia, comer mais verduras e dormirem cedo. Que mico!
No fim-de-semana, visitamos os sogros. A novidade era que meu cunhado acabou de comprar o primeiro carro, zerinho, novinho. E os pais estão doidos, morrendo de medo. O detalhe é que ele já não é assim, nenhum menino. Mora sozinho e faz mestrado, e é habilitado já há tempos.
No sábado à noite, saímos em dois carros: cunhado, cunhada e marido no carrinho novo, sogra, netos e eu no outro. Depois de momentos de tensão no trânsito tranquilo de Ribeirão Preto, eu entendi: a preocupação não acaba nunca. E é hereditária, passa de filhos ao netos e, se tivermos sorte, aos bisnetos.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Jardim acqua & chocolate







Uma bolsa de ombro. Não, uma bolsona de ombro!
Naquela combinaçao de cores mais que perfeita, com estampa de flores e botões aplicaddos, forrada, estruturada e com bolso interno.
Lida de morrer!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sexta-feira 13...

Detesto todos os dias 13, de qualquer mês (com a exceção de 13 de setembro, meu aniversário). Fico deprimida logo que acordo, pois é o dia em que o Jason do cartão de crédito ataca a minha conta corrente. Como diz uma amiga minha, dia de vencimento da fatura do cartão é dia de deprimir, chorar por nada, comer um pacote de bolacha inteiro sem dividir com os filhos, tomar um litro de coca-cola (a dela, ainda por cima, é normal; a minha, pelo menos é zero) e colocar pijama no fim da tarde. Um horror.
E, nesse março, pra piorar, o dia 13 caiu de novo na sexta-feira.
Humpf! Só me resta estourar uma pipoca, ligar a TV, assistir um filme do Zé do Caixão e esperar o sábado...
Bom findi, galera!

Para Viv, com carinho!

A minha história blogueira é recente. Por um bom tempo, a Ana Sinhana só existiu lá no flickr, no elo7. Mas hoje percebo que era um caminho a ser seguido. Gosto de escrever, de compartilhar algumas historinhas do meu dia-a-dia. E acho que, ao escrever, revelamos mais, pelo menos revelamos nosso lado dos fatos, nosso filtro e um pouco mais de quem somos.
E tem sido legal encontrar pessoas parecidas comigo, às vezes nos gostos, às vezes na trajetória de vida.
A Vivianne, do de(coeur)ação, é uma delas. Leio seus textos e sinto uma nostalgia de sei-lá-o-que, um toque blues que, de um momento pro outro vira explosão de cor, mas com uma baita sutileza. Tenho a impressão de que tudo é muito sério e pensado e, ao mesmo tempo, tem só a pura e simples finalidade de divertir e ser feliz. Adoro isso.
E adorei ter feito essa notebag pra Viv:


Espero que ela goste!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Chove chuva!

Ontem, não suportando mais o calor, tomei uma atitude drástica: levei o carro pra lavar. Mas não pra uma simples lavagem. Mandei lavar tudo, por dentro, por fora, motor, cêra, silicone e uma película que, segundo o moço que me atendeu, protege de até 20 chuvas ácidas (será que tem pro contorno dos olhos?). O processo todo demorou duas horas.
E à tarde o céu ficou cinza, carregado... e, à noite, dormi com barulhinho de chuva (ácida?) fresquinha batendo no telhado!!!
Funcionou melhor que contratar uma tribo indígena pra fazer dança da chuva...

Entendam, fui criança no tempo em que a gasolina era barata e o carro era algo sagrado, e nele não entrava pacote de bolacha, nem suco de caixinha, nem sorvete. Apesar dos meus pais serem ambos fumantes e terem o horroroso hábito de fumar nas viagens, comer no carro não podia, nem fazer nenhum tipo de bagunça.
Enfim, cresci pouco me lixando pra carro (desde que ande, que o ar condicionado funcione e eu não pise em algo vivo, tá valendo), então, levar o possante pra uma super lavagem é algo como um acontecimento raro aqui em casa.
E, claro, me tornei antitabagista. Aliás, parei de fumar com 6 anos, na minha primeira tragada. Mas isso é mote pra outro post.

terça-feira, 10 de março de 2009

Bolsa igual ao vestido!


Bolsa-carteiro marinho com corações


O pedido foi o seguinte: "quero uma bolsa igual ao vestido que vc tá usando"... inusitado, né?
Mas como adoro quando me pedem algo assim, corri pra máquina e fiz essa bolsa carteiro, presente dos amigos de uma moça que faz aniversário no dia 13!
O vestido? Um balonê curtinho, xadrezão de azul e branco com detalhes de poás no mesmo tom e botões de florzinha vermelhos. Uma graça, sem modéstia alguma. E foi feito pela minha mãe, melhor costureira do mundo!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Paz e amor!



Graças aos céus, a semana terminou. Foram dias de muita acidez, de mau humor, tristezas, farpas lançadas via rede e falta de gentileza.
Então, pra terminar de vez com o azedume, comecei um quilt que devo há um tempão pra uma queridona. Como vai enfeitar o ninho de amor dela, vai ser cheio de corações, em rosa, verde-maçã e lilás.
Bem amoroso, com muito amor!
Bom final de semana

quinta-feira, 5 de março de 2009

Maçã no capricho, freguesa!

Bolsa (ou melhor, bolsona) com estampa de maçã, tecido de maçã, botão de maçã...


quarta-feira, 4 de março de 2009

Flowers novinhas em folha!

Atualização da linha de carteiras flower lá na lojinha!








Zzzzzzzzzzzzzz...



Eu gosto de acordar cedo. Meu limite é 6h20, pra dar tempo de todo mundo ir pra escola e começar o dia tranquila, com meu cafezinho e tal. Mas hoje deu vontade de dormir mais (e a vontade persiste), embora o café já tenha ido todo, eu tenha uma pilha de panos me esperando lá na mesa e o sol já esteja inclemente.
Meu plano: dormir mais cedo hoje.
Então, espero ansiosamente pela noite...
Bom-dia

terça-feira, 3 de março de 2009

Chocolat



Ontem revi o adorável Chocolat (2000), filme do sueco Lasse Hallström cheio de estrelas, entre elas Juliette Binoche e Johnny Depp (divinos de tão lindos). Foi a fábula perfeita para a primeira semana da Quaresma. Como todo mundo já percebeu, ontem começou o ano de fato: acabou o carnaval, a comilança e veio março pra fechar o verão.
O que eu gosto no filme, além das deliciosas cenas marrons de tanto chocolate, é a forma como prega a tolerância e aceitação do outro, do diferente.
Já vivi entre pessoas que buscavam uma espécie de purificação nessa época do ano, se privando de pequenos (e grandes) prazeres (como faz o conde do filme), mas que não poupavam cobras e lagartos todo o resto do tempo.
Então, será que se privar, se penitenciar tem algo mesmo de purificador, se tal ato não vier acompanhado de gestos minimamente bondosos em relação ao próximo?
É melhor se privar de chocolate ou dividí-lo com quem não tem?
Melhor pensar nisso tudo, antes que o coelhinho da Páscoa chegue...

segunda-feira, 2 de março de 2009

A paciência é amarela

Comecei a ter gosto pela cozinha cedo. Lá pelos 12, tive minha primeira memorável experiência: um pudim de leite condensado, meio torto e despedaçado, mas que me deixou cheia de orgulho e vontade de aprender mais. E passei a mandar cartas pedindo livrinhos de receita pra tudo que era marca (Nestlé, Royal, etc). Engraçado pensar nisso agora e ver que a minha filha segue pelo mesmo caminho, mas com a grande diferença da facilidade de obter receitas, com duas ou três clicadas.

O fato é que nunca fui uma pessoa paciente embora, num primeiro momento, as pessoas me achem a criatura mais zen do universo. Ledo engano, por trás da calma aparente, alimento uma gastrite eterna.
Então, não sou dada a receitas demoradas, com muitas etapas nem nada disso. O meu primeiro grande drama na cozinha foi um embate com uma caixinha amarela, velha conhecida de todos, a MAIZENA. Lá pelos 18, na república em que morávamos, resolvi fazer manjar de côco e ameixa (sei lá porque cargas d'água, porque acho um doce insosso, que beira a mediocridade). E, apesar da pouca experiência na cozinha, meu feeling culinário me dizia pra não exagerar no amido de milho. Mas a gororoba não engrossava. E, num momento de fúria, entornei a panela na pia, praguejei contra o mundo inteiro e falei pro marido (que, na época era meu namorado e bem podia ter pulado fora dessa, coitado), que era culpa daquela B@#$&*A de cidade, que eu odiava o curso de economia (essa parte era uma meia verdade) e que eu ia embora.
Anos mais tarde, meu padrinho-professor-grande amigo o João, que é um baita cozinheiro, me ensinou que usar os amidos requer paciência e braços fortes. Ou seja, minha intuição estava certa, só me faltou aquilo que nunca tive.

O mesmo aconteceu muitas vezes com outro doce que amo, o QUINDIM. Aprendi a receita com a minha madrinha-amiga-comadre Silmara. O dela sempre foi o mais perfeito e delicioso dos quindins e a invejosa aqui, secretamente desejava repetir a façanha. Já estávamos em Campinas, no mestrado e morávamos, eu e marido, num micro apartamento de onde se ouvia berros noturnos, primeiro de uma boate de travesti, depois de uma dessas igrejas que tira capeta 24h por dia (a boate era bem mais divertida).
E lá fui eu com duas caixas de ovos, toda cheia de mim, pra mais um teste de paciência amarela. Receita longa. Quando fui desenformar o bicho amarelo, a meleca escorreu pelo prato e sujou meia cozinha. Engolindo a raiva, joguei no lixo, comprei mais duas dúzias de ovos e recomecei.
Como já disse, receita loooonga e, já de noite, novo momento de desenformar e eis que a meleca se repete.
Não tive dúvidas: já ia arremessar o amarelão pela janela, direto no estacionamento da igreja-sai-capeta, quando fui impedida pela mão do meu consternado marido. De novo, culpei a B#$@$A de mestrado, a ME%¨¨¨$A de cidade, etc.
De novo, faltou paciência.

E, apesar de amar quindim, deixei essas tentativas de lado.
Até que a NANA, lá no PRENDADAS, me aparece com uma receita perfeita de quindim de damasco do CHOCOLATRIA. Meu olhou ficou marejado. Secretamente, comprei um pacote de damasco, outro de flocos de côco e esperei até ter coragem.
E foi ontem. Quando marido entrou na cozinha e me perguntou o que eu ia fazer, senti que ela estremeceu de leve à resposta: "quindim". Ficou em silêncio, naquele jeito falsamente tranquilo de quem espera resignadamente pela tempestade.
Levou grande parte da tarde e quase a noite toda. Lá pelas 23h, morrendo de sono, tirei o dito cujo do forno, enchi uma travessa de gelo para esfriar mais rápido e desenformeu o bicho. Já no PLOFT, senti a glória: perfeito!
Deixei o prato na geladeira, cansada e sem vontade nenhuma de cortá-lo, de tão lindo!
Fotografei hoje de manhã, ainda intacto:

Não segui a receita do chocolatria por uma questão de honra. Precisava tentar o da madrinha uma vez mais. A receita:

Quindim da Silmara:
24 gemas peneiradas
500 grs. de açúcar refinado
100 grs. de côco ralado
1 colher (sopa) de manteiga
1 colher (café) de baunilha
Misture tudo e deixe descansar por 2h, mexendo de vez em quando. Unte generosamente uma fôrma (ou várias forminhas) com manteiga e açúcar polvilhado. Leve ao forno a perder de vista em banho-maria. Desenforme frio.

Enfim, continuo impaciente como sempre, irritadinha e histérica. Mas finalmente aprendi que pra certas situações amarelas da vida o melhor é respirar fundo e esperar mais um pouco.