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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Baby Bum

Meninas e meninos da capital paulista, estaremos (eu e a minha querida Rô Vargas, paper rose nessa feira fofa no próximo final de semana (sexta, sábado e domingo). Conto com a presença de vocês!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Viver é desenhar sem borracha

Cheguei de um paraíso rural no domingo à noite e já caí no trabalho duro: às vésperas do baby bum, estou com muito trabalho mesmo. Mas não dava pra deixar passar em branco o final de semana.

Como contei antes, fui encontrar com colegas da turma de graduação (meus e do marido, pois somos da mesma turma de economia!). Não fui lá muito animada para o encontro, porque sempre tentei encarar esse período como uma página virada, capítulo encerrado, já que vieram outras escolhas e esse tipo de processo de ruptura nunca é cor-de-rosa: sempre envolve culpa, alguma dor, um tico de mágoa.

Mas o fato é que há tempos não me divertia tanto. Lembrar e revivar aqueles momentos foi tão engraçado, rimos tanto. E ver meus amigos bem e felizes na medida do possível também foi muito bom. A verdade é que, entre algumas feridas, estamos todos vivos e saudáveis, muitos com suas famílias e filhos.

E eu não fui a única a cavar outros caminhos: tem o economista que virou linguista; a economista advogada; o amigo que se enveredou pelo jornalismo...

Cheguei à conclusão de que esse não é um capítulo à parte. Lembranças de momentos ricos nunca são inteiramente boas ou más. E deixar de ser tão maniqueísta faz parte do (duro) processo de crescer. Percebi que todos que estavam lá tiveram suas dificuldades, dores e perdas. Mas, como disse minha amiga Sy, a essência permanecia ali, intacta e preservada, embora cada um tenha seguido um rumo e escrito seus outros capítulos a seu modo.

Então, se "viver é desenhar sem borracha" como disse o Millôr, me formar em economia pra depois deixar de ser economista é o rascunho permanente do que sou. Sem certo, nem errado, continuo desenhando.
Boa semana!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Carrie, a estranha

Amanhã, viajo logo cedo pra Araraquara, onde fiz graduação. Vou encontrar minha turma de facauldade depois de um século e meio de formatura.
E a sensação de remake de Carrie, a estranha não me sai da cabeça. Não que eu não goste da turma, que tem umas figuras bem divertidas, outras muito queridas que continuaram meus amigos ao longo dos anos. E não, ninguém vai me jogar sangue de porco, e eu também não pretendo usar meus poderes telecinéticos pra incendiar o hotel.
Mas acho que é pelo fato de eu nunca ter me sentido economista, mesmo com todos os diplomas e quase diplomas (cheguei a fazer doutorado, dá pra acreditar?).
E foi em Araraquara que me tornei economista e, por alguma estranha razão do destino, foi lá que decidi deixar de ser, há uns anos atrás, no meio de um congresso. E, finalmente, tive a benção de dois homens importantes na minha vida: meu marido e meu padrinho e professor João, ambos economistas.
Então, amanhã retorno à cidade, sem diploma, nem lenço, nem documento. Bem mais leve, bem mais feliz.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Vamos passear no bosque...

...enquanto Seo Lobo não vem!
Cestinha de picnic by paper rose, toalha ana sinhana.
Chapeuzinho vermelho já reservou a dela!
Parceria encantada com a minha amiga e companheira. Essa e outras belezuras estarão lá no nosso stand da Baby Bum, em São Paulo!
Não percam!





terça-feira, 19 de maio de 2009

Boeuf Borguignon

Na sexta-feira passada, achei que encerraria uma semana daquelas, saindo de uma gripe horrorosa, acompanhada por uma cistite não menos. No sábado, festa dupla de aniversário com direito a show de rock anos oitenta; no domingo, boeuf borguignon na casa da comadre. Uhu!
Que nada. Logo no começo da tarde de sábado, me veio uma dorzinha nas costa, sorrateira e insistente... foi aumentando, aumentando até eu eu curvar. Resultado: três pedrinhas bem redondas no meu rim direito!
Mas, deixando a dor de lado, abro um parêntesis pra falar do prato que é especialidade da minha comadre. Ela e o compadre, que são pessoas viajadas, moraram na França um tempo e fazem o tal boeuf borguignon de vez em quando, pra matar as saudades.
A primeira vez foi logo que eles retornaram. Eu estava grávida do meu caçula e eles seriam os padrinhos. Nos convidaram num sábado, ainda faltando bem umas duas semanas pro meu parto. Era julho e eles viajariam no dia seguinte, a tempo de voltar e conhecer o afilhadinho.
A grávida gulosa comeu feito uma alucinada. O prato é delicioso, suculento e nada leve (carne vermelha, vinho tinto pra marinar e batata).
Nos despedimos e, já no caminho de casa, me senti cansada além da conta. Cheguei e fui tirar aquela soneca vespertina (direito adquirido de toda mulher grávida). No comecinho da noite, a surpresa: o tampão havia saído e eu estava em trabalho de parto, com as contrações mais fortes que já tinha sentido na vida. O Lô nasceu um pouco depois da meia-noite, forte, lindo e saudável.
Eu sou comilona confessa. Não tenho jeito. Mas tenho o grave problema de implicar com alguns pratos que me trazem memórias de dor. Certa vez tive um outro episódio de dor forte e estava comendo amanditas no cinema. Nunca mais consegui colocar uma na boca (mas não deixei de ir ao cinema!).
E, no domingo, marido foi com o Lô na casa da comadre, pra comer boeuf borguignon. Fiquei em casa, curtindo minha dor nas costas e uma baita dor de cotovelo. Achei, inclusive, que não gostava mais do prato.
Ledo engano. Maior que a minha implicância, é a minha gula. A comadre mandou uma quentinha, que comi ontem no almoço. Simplesmente delicioso!

Aliás, ia pedir a receita para ela, para colocar aqui, mas acabei esquecendo. Então, vai a do Olivier Anquier mesmo:

Boeuf Bourguignon
• 150 g de bacon (a comadre não coloca bacon, pelo que percebi)
• 1 kg de alcatra cortada em cubos grandes (pode ser músculo ou coxão mole também)
• 2 cenouras descascadas e fatiadas
• 1 cebola grande descascada e picada
• 1 garrafa de vinho tinto seco
• Ramos de alecrim e tomilho
• 1 folha de louro
• 1 talo de alho poró
• 1 talo de salsão
• 1 anis estrelado (nem coloca anis)
• 1 dente de alho picado
• 12 echalotes - cebolas pequenas descascadas
• 200 g de champignons de Paris frescos, finamente fatiados
• 1 tablete de caldo de carne
• 1 tablete de tempero de cebola
• ½ xícara de chá de água
• 40 g de manteiga
• Açúcar, sal, pimenta e óleo a gosto

Prepare assim:

• Em uma panela, frite o bacon e espere até ele ficar bem torradinho - retire da panela e reserve;
• Em um recipiente grande faça uma marinada: junte todos os legumes, a cebola grande picada, o alho poró, o salsão, o alho e os temperos e cubra tudo com o vinho tinto;
• Deixe a marinada descansar na geladeira de um dia para o outro;
• Coloque uma frigideira para aquecer em fogo alto;
• Separe a carne da marinada e esprema ela bem para escorrer todo seu suco (pode-se usar um pano ou uma peneira grande);
• Refogue o alho e a cebola na frigideira e coloque a carne para cozinhar;
• Em uma panela pequena aqueça uma mistura de manteiga e óleo;
• Descasque as echalotes e coloque-as na panela para dourar;
• Retire a carne da frigideira e reserve;
• Na mesma frigideira acrescente os cogumelos;
• Acrescente a água e um pouco de açúcar nas echalotes, espere a água evaporar e o açúcar caramelizar, até que fiquem macias;
• Coloque toda a marinada na panela onde estão os cogumelos e acrescente o sal, o caldo de carne e o tempero de cebola - cozinhe em fogo baixo, tampado, por 2 horas (ou até a carne ficar macia);
• No momento de servir, junte à panela o bacon reservado e as cebolas.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

De muitas cores!

Carteiras e mais carteiras!


Essas são algumas das que foram passear na vila madalena...
Nessa loja linda!



segunda-feira, 11 de maio de 2009

Cenas de domingo

Um dia das mães deve ser assim:





sexta-feira, 8 de maio de 2009

19


(e dá pra não ser gamadona num namorado desses?)

É uma história que já atingiu a maioridade, mas não perdeu o humor, a alegria de começar e terminar os dias juntos. De pouquinho em pouquinho, entendi o quanto vale a pena essa entrega; aprendi graças à sua paciência em me ensinar a amar. E sei que não sou nada fácil.
E nada nunca foi fácil, mas apesar de todas as dificuldades de uma vida a dois tão precoce, não consigo imaginar as coisas de outra forma. Tinha que ser ao seu lado, mesmo com todos os atropelos e dificuldades. Tinha que ser.
Mesmo nos dias difíceis, suas gracinhas ainda me fazem rir (mesmo que seja só por dentro). Seu café (que é o mais gostoso do mundo) me faz acordar para um dia melhor. Seus elogios me envaidecem e me fazem ter vontade de pedalar um monte depois de um dia de trabalho. E seu boa-noite abraçado, com beijo na nuca, me embala e faz sonhar.
Então, tinha mesmo que ser você. Porque te amo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Xadrez!


Calça xadrez e tênis xadrez. Indo comprar tecido xadrez. Adoro quando a moda garante meus caprichos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sinhana para presente!



Os papéis tradicionais de embrulho para presente nunca me agradam por completo. Sempre acho enfeitados demais e como trabalho com tecidos, retalhos e muitas cores, não gosto dos excessos.
As minhas opções preferidas acabam sendo o vegetal ou o craft. Simples, guardam infinitas possibilidades: podem ser enfeitados ao gosto do freguês. Para as sinhaninhas e produtos menores, sempre guardo folhas de vegetal xerocadas. Os moldes de revista ficam legais, porque mantém a leve transparência do papel dando um toquezinho de cor. E o detalhe final fica por conta da costura em zigzag, bem simples.
Vai dar um agrado pra alguém querido?
Então capriche na embalagem, pois essa é a melhor forma de arrematar um presente com carinho!
Boa semana!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Primeiro de maio



Houve uma época em que, no primeiro de maio, eu acordaria cedo para ir a alguma manifestação. Mas hoje foi dia de me solidarizar com os companheiros trabalhadores aqui de casa mesmo.
Então, tivemos um almoço com amigos queridos. Boa companhia, solzinho de outono, crianças brincando, comidinha de fogão à lenha no capricho, leseira pós-almoço (pensei muito e resolvi não postar a foto, denominada pelo marido de Woodstock: o povo todo deitado nas mantas estendidas na grama depois da feijoada! vai que alguém me processa...).
Enfim, um dia delicioso!
Bom findi a todos (ainda é sexta-feira!!! uhu!!!)