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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Voadores fofinhos!


Lá na loja!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Birra is over!

Eu sou uma birrenta assumida. Pode ser com coisas ou pessoas, mas quando a implicância vem, é difícil ir embora. Sempre que insisto no mesmo assunto por mais de três vezes, uma amiga minha fala "xiii, você pegou birra! ferrou!".
E é verdade. Entro num processo milimétrico de achar todos os defeitos e resolvo que só posso detestar o pobre objeto do desafeto.
Nos últimos tempos, o alvo foi meu carro. Que nunca deu grandes problemas nem despesas e, ainda assim, era detestável, sem personalidade, nem cor. Além de ser o vaso sanitário de nove entre dez passarinhos da árvore de casa. Um pobre coitado.
Nunca consegui ter uma convivência pacífica com ele, que foi fruto da troca do meu ex-carrinho antigo mais que amado, num momento de extrema dureza e necessidade. Engraçado a transferência da situação em si para o objeto. Sem ter consciência, acho que tornei o pobre automóvel um símbolo de tudo que me fez sofrer durante aquele período. Racionalidade zero. Mas razão nunca foi mesmo o meu forte.
O que sei é que há momentos em que a gente se apega tanto a auto-comiseração, a se sentir a vítima, a coitada, que esquece de agir. E me senti assim por um tempo. Passei por uma situação de demissão de um emprego mais ou menos que eu achava, naquele momento, que era a razão da minha vida, minha missão na terra. Sofri pra caramba durante um tempo, sem ter forças de escapar de um círculo vicioso de dor e revolta sem sentido.
Mas como disse uma sábia colega, demitida logo depois, "o melhor é deixar pra lá, porque quando a gente toma um pé na bunda desse tamanho, vamos parar muito mais lá na frente do que se estivéssemos paradas no mesmo lugar". E ela tinha razão, embora eu só tenha entendido isso muito tempo depois.
Não havia como ser diferente. É preciso algum distanciamento para curar certas dores. Ser preterido, deixado de lado sempre dói, por mais que a razão te diga o contrário. Correndo o risco de descambar pra pieguice, tem feridas que só mesmo o tempo pode curar.
Voltando ao carro, chegou a hora de trocá-lo. Depois de muito esforço, muita conta e uma boa dose de otimismo, começamos o processo. E, nesse meio tempo, fiz as pazes com o carro velho. Levei no tapeceiro, fiz uma baita limpeza, consertei o que tinha pra ser consertado. Um agrado geral, pois o pobre serviu muito bem a mim e à minha família.
E, de algum modo, sinto que fechei de vez um ciclo. Na verdade, um ciclo já encerrado há muito tempo. Só faltava entender e virar, simbolicamente, uma chave.
Há algum tempo, venho fazendo as pazes comigo mesma, embora nem tenha me dado conta. Tenho me permitido ser feliz, fazendo o que eu gosto. E, se não fosse aquele pé na bunda, eu nunca teria tido essa coragem. Afinal, o novo e o desconhecido dão medo e, na maior parte das vezes, só entram na vida da gente como invasores, porque é difícil demais se arriscar. Melhor viver na zona do conforto, sem risco de dores no traseiro.
A melhor forma de viver o presente é abandonar o que já acabou, sem remoer dores, nem insistir em antigos ressentimentos. Aceitar o novo é deixar o passado para trás, lá no lugar a ele reservado, como memória de bons e maus momentos. Só assim dá pra viver plenamente o hoje, abraçando o que recebemos de bom e aceitando que as coisas nem sempre são perfeitas, mas valem as tentativas no meio do caminho.
Aprender com o que passou ontem, viver o hoje, sonhar com o amanhã. Assim é a vida. E logo, logo seguirei de carrinho novo!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Alegria das geladeiras...


Já estão lá na loja!

Vermelhas e suculentas!





Duas bolsas de maçã (uma notebag e uma totebag). Atualização de hoje, lá na loja.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Quem vê cara, não vê coração...

Toda vez em que alguém, ao vivo e em cores, vem comentar comigo alguma coisa que leu aqui, eu me sinto como se estivesse vestindo (apenas) calcinha. E não exatamente uma que acabei de tirar da gaveta.
Por que é que fico tão absurdamente sem graça quando alguém fala ao vivo do blog?
Estranho como isso me afeta. Fico vermelha, sem jeito e nunca consigo tecer muitos comentários relevantes a respeito do que escrevo. Até porque só escrevo bobagens do dia-a-dia mesmo.
Já fui muito mais tímida e envergonhada, especialmente na adolescência. Lembro da primeira vez em que um professor, ao corrigir uma redação, veio falar comigo na frente da classe. Quase tive um infarto fulminante. O tema era folha em branco e eu pirei, escrevi como quem está no meio de uma crise de pânico. E o professor disse que eu escrevia bem, mas parecia uma velhinha de 90 anos reclamona e maluca.
Já no cursinho, estabeleci um vínculo engraçado com a corretora das redações. Na verdade, ninguém assinava as correções, mas eu assumi se tratar de uma mulher. Chegava a ser divertido esperar o retorno da correção, pois ela dialogava comigo sem fazer pressão alguma, me ensinando sem que eu percebesse. Eu absorvia as críticas e corrigia os erros sem drama.
Nunca conheci pessoalmente essa moça e talvez fosse esse o segredo da parceria, pois avaliações alheias nem sempre são palatáveis, por mais que a gente as denomine como críticas construtivas. E, ao vivo, as palavras são carregadas da entonação de quem as profere, tornando a coisa complicada de digerir.
É claro que nem sempre o comentário vem com a intenção da crítica (de fato, quase nunca). Na maioria das vezes, ouço coisas do tipo "já vi no blog" ou "e a sua geladeira de bolinhas?" ou, direcionado ao marido "então você tava no Rio semana passada?". Ou seja, nada demais, nada pra me incomodar. Mas fico sem jeito.
Talvez pela expectativa do outro de que eu deva devolver algo engraçado em troca. Ou melhor, pela minha expectativa de que o outro tenha qualquer expectativa sobre a falta de pretensão do que eu escrevo. Até porque não sou assim, cheia de presença de espírito. E nem pretendo debater o golpe de Honduras ou qualquer outra questão relevante no meu singelo blog.
Ou, ainda, talvez eu esteja me acostumando demais com o lado virtual das relações. E tenha virado uma hermitã-blogueira que se retrai ao menor contato humano.
Diz o dito popular que quem vê cara, não vê coração. E quem não vê nem a cara?
É possível mesmo chegar ao coração, para o bem ou para o mal, sem que as relações tenham contato, sem que sejam 'reais'?
Muito mimimi pra uma manhã só. Melhor continuar com a minha sem-graceza e deixar isso pra lá. E antes que o ombudsman aqui de casa venha se pronunciar a respeito: não, não acordei precisando de confete. E vou lá costurar porque uma pilha bem real de pano me espera.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Passarinhos de muitas cores!


Tem dias em que as horas passam como se pousassem muitos passarinhos verdes na minha janela. Tem outros, que nem pardal cinzento eu vejo. Mas não importa a cor dos bichinhos alados. O que importa é saber a hora certa de bater as asas ou soltar a voz.
E, como diria o poetinha sábio:
POEMINHO DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana
Vamos voar?

As sinhaninhas de passarinhos estarão disponíveis ainda hoje, mais de noitinha, lá na loja.


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Para os dias de sol

Tem coisa mais gostosa que picnic? Talvez, mas que é bom demais estender a toalha na grama num dia de sol, encher de gostosuras e se fartar, isso é.



Se a sua grama anda encharcada depois de tanta chuva, também vale fazer picnic na mesa mesmo, que vai ficar linda com a toalha de picnic estampada com maçãs, canecas e talheres fofos!



E para tirar o bolo do forno com o maior charme, a sugestão do dia é a luvinha de coração. Que também é fofa (e romântica)!


Tudo lá na loja.

Aniversário feliz!


Tem sido assim nos últimos anos: vai chegando meu aniversário e baixa um encosto Greta Garbo em mim. E fico vivendo momentos "I want to be alone".
Esse ano, não foi diferente. Mas quando se tem amigos como os meus, fica mais difícil. Minha comadre ligou no meio da semana passada e perguntou o que iria rolar no domingo de aniversário. Eu bem que tentei desconversar e disse: "nada!". E ela: "então, iremos aí de tarde fazer nada com você!".
Quando meus filhos eram menores, eu sempre fazia festas, mesmo no meu próprio aniversário. E agia neuroticamente, pensando em tudo antes, bolando cardápio e me estressando em exagero.
Depois de um tempo, comecei a me revoltar e achar que já faço festas pra todos, então, fazer pra mim mesma ficou redundante e sem sentido. Mas isso não quer dizer que eu não queira os amigos por perto. Um conflito fácil de resolver, mas difícil de colocar em prática. Coisas que só com a idade a gente aprende.
No fim das contas, esse foi o aniversário mais relax e mais gostoso que já tive.
Cardápio de almoço com muitos pratos?
Não. Só o mais simples e democrático de todos: macarrão. Marido fez pesto, carbonara e encomendou gnocchi e manicaretti ao sugo. Minha mãe fez a salada e arrumou as entradinhas na mesa. E fez uma toalha rosa muito linda de presente!
Fiz esse bolo com o recheio/cobertura proposto nessa outra receita. E, claro, brigadeiro de colher (de pistache) e brigadeiro de chocolate.

Depois do almoço, me dei conta de que não tinha enrolado os brigadeiros, coisa que eu nunca permitiria que acontecesse há um tempo atrás. Mas achei uma ajudante mirim perfeita e linda, que enrolou as bolinhas e ainda enfeitou o bolo de morango.

Meus amigos muito queridos vieram e a diversão foi boa e tranquila.
Acho que meu sentido de perfeição vem mudando e se aprimorando ao longo dos anos. Se antes a festa tinha que ser planejada minuciosamente, agora o perfeito é ser assim, uma bagunça organizada e feliz.

Recebi e-mails, recados no orkut e flickr, telefonemas, DMs no twitter. Agradeço a todos pelo carinho, do fundo do coração!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Preconceitos à parte...

Todo sábado, fecho a semana fazendo duas aulas de spinning pela manhã. Pra quem não sabe, sou uma viciada na endorfina que esse exercício pesado libera. Verdadeira droga, no bom sentido. Melhor que chocolate, pinga ou qualquer outro vício legalizado.
Mas há uns seis meses atrás, eu era uma outra pessoa. Não tinha uma roupa de ginástica sequer, não fazia nada, nadica. Tinha um horror absurdo a sequer pensar em exercício físico. Enfim, uma matrona sedentária.

E, confesso, além de sedentária, era cheia de preconceitos com o povo de academia. Aquele de negócio de gritinhos eufóricos, palavras de incentivo e aquela coisa pronta de respeitar seu corpo me davam nos nervos. Sem falar na mulherada sarada que parecia estar ali apenas pra exibir suas roupas hiper justas. Baita falta de ter o que fazer da vida (leia-se: baita despeito da minha parte!).

Passei a caminhar, pois percebi que ia começar a sobrar bunda pra fora da minha cadeira de trabalho, já que passo boa parte do dia entre a máquina de costura e o computador. Depois, arrisquei uma corridinha leve. Até que um dia tomei coragem e fui fazer uma aula de pedalada. Fiz uma e não senti nada: não senti as pernas, não senti os braços, não senti as nádegas... deu vontade de pedir uma cadeira de rodas no final da aula.

Engoli o meu orgulho e fiz mais uma, mais outra aula. Agora, vou quase todos os dias. E com vontade, sem ser empurrada, juro! É claro que, num dia de chuva como hoje, o diabinho de voz macia assopra no meu ouvido "pra que tanto esforço? vc já foi ontem, aqui tá tão gostoso, quentinho... dorme mais um pouco, uma aula não vai te fazer falta".
E o anjinho replica do outro lado: "levanta essa bunda da cama, mulher! deixa de ser preguiçosa, vai já pra aula".

Passei a ser assídua frequentadora do clube que somos sócios há anos (e ao qual eu nunca ia). Tanto que minha professora já brincou comigo dizendo que vai me arrumar um cartão pra picar no final do expediente. Mas não venci (todos) os meus preconceitos. Um deles: roupa de academia, só na academia mesmo. Detesto usar legging e top fora da aula, fico me sentindo um temaki gigante (saca aqueles mega sushis em formato de cone, com arroz saindo pelos lados?).

E, no último sábado, me deparei com um conflito mulherzinha: ou ia na aula de spinning e depois buscava correndo minha máquina de costura (que estava na revisão) lá na muvuca do centro ou, ficava sem a possante no final de semana prolongado ou, ainda, não ia na aula e buscava a máquina. Todo esse dilema só pra não passar no meio dos camelôs, suada e com roupa de ginástica.

No final das contas, fiz as duas coisas. E não doeu, ninguém me chamou de sushi gigante. Não que eu pretenda adotar roupa de ginástica como uniforme de trabalho. Meu raciocínio binário ainda me faz crer que cada coisa tem seu lugar e seu momento.
Mas entendi que abandonar velhos (pre)conceitos é saudável, rejuvenesce e faz bem pra pele. E sempre é tempo de mudar de idéia e adotar algo novo.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pinguins solteiros procuram...


Pinguim solteiro procura uma geladeira para chamar de lar. Não precisa ser nenhuma SMEG (pode ser também um microondas ou outro eletrodoméstico de bom tamanho). Aceita dividir espaço com outros companheiros.
Para maiores detalhes, acesse o link:
ana sinhana
Ou mande um e-mail: atelier.sinhana@uol.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Política da boa vizinhança

A reforma na casa do meu vizinho terminou, graças aos céus. Sem mais britadeiras, poeira, nem radinho tocando pagode no último volume. Thank God!
Mas o melhor de tudo foi pedir (e ganhar) na maior cara-de-pau os banquinhos de apoio dos pedreiros. Sim, aqueles bem toscos, feitos de madeira de construção. Vizinho fez a cara que marido faria mais tarde naquela mesma noite, querendo dizer algo assim: "o que essa louca vai fazer com isso?".
Mas claro que ele não disse nada. Afinal, manda a política da boa vizinhança que a gente seja educado com os vizinhos (ainda mais os de muro).
Moramos aqui já tem 13 anos e devo dizer que esses são os melhores vizinhos de muro até agora. Chegamos a pensar que a casa do lado tinha algum tipo de maldição, que tinham enterrado uma cabeça de cavalo debaixo do concreto tamanha a falta de sorte, pois já moraram por lá uns tipos bem esquisitos.
O primeiro casal até que era bacana. Tinham um filhinha fofa, eram educados, tudo ótimo. Porém (sempre tem um porém!), a moça era professora de bateria. Mamãe, que martírio era aquilo. Aula de bateria pra iniciantes ninguém merece. E o marido tocava guitarra. E o estúdio de som deles não vedava porcaria nenhuma.
Depois deles veio a Dona Codorna. Não sei, nem quero saber o nome dela; a apelidamos assim pelas formas arredondadas, pernas bem finas e pela pose empinada.
Mas faço aqui uma mea culpa: não acho que tenha sido justo o apelido, afinal, codornas são um bichinho meigo. E a véia era o cão chupando manga. E ouvia forró no último volume nos churrascos que promovia invariavelmente aos sábados à noite. E gritava estridentemente, como gritava.
Num desses churrascos, lá pelas duas da matina, resolvi mandar pro espaço a polidez e chamei o segurança que, coitado, foi escorraçado (falei que a véia era dureza?) e ela ainda gritou bem alto: "aumenta o volume que hoje esses 'RECARCADOS' vão ver só!". E dá-lhe forró.
Mas recalcados em geral acordam cedo, ainda mais os que tem filhos bem pequenos. Então, no domingo pós-forró nossa vingança se resumiu a duas caixas de som montadas em cima da janela e voltadas pro quarto da vovó festeira às sete da matina. O som escolhido à dedo? Jimi Hendrix, com direito a solos de guitarra de cinco minutos e muitos "fuck you in the ass"... e, claro, saímos pra passear com os pequenos.
Juro que foi a única vez em que tomamos uma providência tão drasticamente moleca e mal-educada. Mas o gostinho foi bom, confesso.
Depois dela veio o casal que brigava. Também não lembro o nome deles e não deu tempo de dar apelido (acho que eles devem ter se separado). Certa vez, a briga foi à distância; a moça estava viajando à trabalho ou algo do tipo. E o cara ligava e nada de encontrá-la. Já meio nervoso, discutiu com o atendente do hotel; logo depois, a moça ligou e foi aquele quebra-pau telefônico, acusações nada sutis, xingamentos cabeludos, tudo num volume que não dava pra evitar ouvir.
Horas mais tarde, fui receber a pizza que havíamos pedido e lá estava o vizinho no portão, também esperando entrega. Com o ar mais plácido do mundo, me disse boa-noite e falou que também havia pedido pizza porque a esposa havia viajado e tal. E ainda completou: "como minha esposa faz falta!". Dá pra entender um ser desses?
Por sorte, tenho conseguido manter um currículo de bom comportamento com os vizinhos de todos os lados, embora na última tempestade marido quase tenha colocado tudo à perder. Naquele mesmo esquema de polidez e solidariedade, quando um raio quebrou a árvore na divisa entre as duas casas arrebentando os postes de energia, foi aquele fuzuê pra recolocar e religar a luz, o que foi feito por um mesmo eletricista.
O que sei é que a história rendeu muita conversa, que deixei a cargo do homem da casa, que estava de férias.
Quando dei por mim, meu simpático marido já estava combinando um cruzeiro familiar com o povo aqui do lado. E me imaginei num navio, no meio do oceano, sem ter como fugir da curiosidade da vizinha. Quase tive uma síncope!
Enfim, com vizinhos o melhor é manter uma distância discreta e cortês, afinal, o cara mora do teu lado, ouve até os pums do cachorro e sabe como ninguém da sua vida. E, embora eu não ouça forró no último volume, nem xingue (muito alto) o meu marido, nunca se sabe o tipo de absurdo que pode acontecer por aqui.

p.s.: depois mostro os bancos de construção.

Sinhaninhas

As sinhaninhas são uma eclética mistura de bolsinha, carteira, porta-moedas e nécessaire. Do tipo que topa tudo!
Criação exclusiva Ana Sinhana, dessa vez com as estampas gracinha de matrioshka e maçãzinha.
Difícil é saber qual é a mais fofa!



Para ver preços e disponibilidade, acesse o link:
ana sinhana