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sábado, 3 de abril de 2010

Discutindo a relação


Há determinados tipos de relacionamento que tem data de validade, prazo certo para expirar: você se apaixona pela pessoa, vive um período de encantamento, parte para algo mais sério, ama e odeia. E passa a se irritar até com o arrastar da havaiana da criatura pelo quintal. E chega a hora de dar um tempo, umas férias, já que nenhuma relação de verdade é unilateral (a não ser as paixões platônicas que nutrimos pelos professores do ginásio) e o outro lado deve sentir o mesmo.
Pra quem cogitou que eu estaria falando do meu maridôncio, sai pra lá, urubu!
Estou falando da minha ajudante do lar, assessora de assuntos de organização e higiene, fiel escudeira, vulgo empregada doméstica.
Depois de trabalhar com a gente por muitos anos, a moça engravidou do 2° filho. Entre assustada e feliz, ela percebeu que os meses de licença seriam insuficientes pra cuidar do novo rebento. Isso já aconteceu há alguns anos atrás e, apesar de entender e apoiar a decisão dela, sinto calafrios na espinha quando lembro das estagiárias (era assim que marido as chamava: estagiária 1, estagiária 2, estagiária 3...) que passaram rapidamente aqui pela nossa casa, sem dar tempo nem de guardar seus nomes, mas com muitos estragos e louças quebradas pelo caminho.
Da primeira vez, eu até quis dar uma de mulher maravilha e manter a ordem na sala de justiça sem ajuda. Durou pouco tempo. Quase pirei. Agora, mais velha e mais sábia, vi que preciso de uma menina super-poderosa pra ajudar. E comecei a busca pela ajudante de super heroína.
Há uns dias, começamos a recordar as ex-estagiárias. Uma delas, uma senhora de certa idade e quadris avantajados, começava o dia mais ou menos animada. Ao longo da manhã, já andava meio cambaleante pelo quintal e ficava com o olhar vago, parada na lavanderia. Foi quando percebi a garrafa de pinga meio vazia: a popozuda batizava o café.
Mas eu pasmei mesmo quando ela nos pediu emprestado o livro erótico, escrito pela prima do marido. Detalhe: ela já estava quase terminando de ler durante o expediente. Aí, achei que era hora de encerrar o estágio, mas dei o livro de presente pra ela, junto com o pagamento.
Sei que não sou das patroas mais fáceis de agradar. Aliás, desde pequena.
Lembro que ficava com babás e empregadas desde muito cedo, pois minha mãe trabalhava fora. Eu tinha uns 5, 6 anos e uma delas me assustava falando de mortes e acidentes horríveis, picadas mortais de animais peçonhentos e certas coisas que ela fazia com o namorado que eu não entendia direito. Depois, me ameaçava dizendo que eu não poderia contar nada pra minha mãe, senão ela me traria de presente uma cobra na bolsa.
Na minha análise infantil, percebi que teria que agir sozinha, sem nenhum adulto por perto pra me apoiar. Fiquei desenhando placidamente na mesa da cozinha. Quando percebi que a fulana abriu a porta da sala munida de balde pra jogar água na frente da casa, não tive dúvidas e agi rapidamente: tranquei todas as portas.
Lembro da mulher se esgoelar do lado de fora, até a hora da minha mãe chegar.
Aí, senti que era hora da porca torcer o rabo: lá vinha bronca.
Mas como toda mãe é uma caixinha de surpresa, vi a minha dispensar a empregada em fúria. E contratar um perueiro pra me levar da escola até o trabalho dela, onde iniciei tardes felizes, que passava quietinha, desenhando em papel de rascunho.
Anos mais tarde e já com meus irmãos, minha mãe aparece com uma moça muito boazinha e gente boa que dormiria conosco nas noites de curso de estética (tem coisa mais anos oitenta do que mãe que fazia curso de esteticista?). Numa dessas noites que, por sorte a mamis chegou mais cedo, a babá baiana começou a ter uns troços, pedir água, depois bala, a falar esquisito. Ela havia esquecido de mencionar no currículo que era filha de mãe de santo e, vez ou outra, baixava alguém pra dar um hello. Coisa mais surreal.
E mais surreal ainda foi a caixinha de surpresas achar que dava pra levar na boa, então a mocinha continuou cuidando da gente. Quase morri de medo. Cada vez que ela vinha em casa, eu tremia e suava, temendo a visita de algum mizifio. Até que um dia, com todo mundo dormindo, a moça começou a fazer uns barulhos esquisitos de novo. E eu quieta, quase chorando de pavor, rezava tudo o que sabia. E os barulhos esquisitos aumentavam.
Mas não era santo nada. A moça estava era tendo um ataque fortíssimo de asma e, se dependesse de mim, ia sufocar, coitada!
Depois dessas rememorações todas, cheguei à conclusão de que não tem jeito e, como diz o marido, ajudante perfeita só se for um robô conectado ao meu cérebro. Ainda assim, é capaz de dar um tilt de vez em quando. Ou baixar um santo.

32 comentários:

Margaret disse...

Impossivel nao dar risadas com teu post. Adorei.
E é um problema sério isso ne? Ontem mesmo eu tava falando que um dia (quando será?) eu me tornaria a perfeita dona de casa e nunca mais queria ver o rastro de uma secretaria aqui em casa.
E olhe que a minha só vem sextas, sabados e segundas. Mas pense numa mulher que está de saco cheio de se irritar com pequenas coisas. Tu falou que não aguentava mais o arrastar de chinelos no quintal e eu não aguento mais ela querer ser a decoradora da minha casa e o toque do telefone.
Mas enfim, como eu detesto a arrumação do dia a dia da casa, lavar banheiros, passar a roupa fico por aqui esperneando e tentando aturar.
beijo beijo
www.margaretss.com.br

Deusa disse...

Voçê e muito engraçada..rsrsrsrsrsrs,cada empregada mais louca que a outra,mas o bom mesmo foi chamar a mãe de caixinha de surpresas..rsrsrsrsrs.
Olha tenho uma empregada idéal pra trabalhar comigo.....Feia,gorda,ja pos menopausa e sorridente.
Beijim
Deusa
vasinhos coloridos

Carol Fonseca disse...

Esse lance de empregada é complicado mesmo né?
A história mais bizzara que eu tive não tem muito tempo.
Minha sogra cismou de que ia mandar a faxineira dela aqui em casa.A moça veio e nós ( namorado e eu) saímos para o shopping.
Quando voltamos a moça já tinha ido. Abrimos a porta e a casa estava um brinco.
Mas começamos a entrar em casa e notamos que alguma coisa estava diferente....na verdade, TUDO estava diferente. Pra você ter uma idéia do caos, tinha papel higiênico em cima do hack do quarto. OS fios e cabos da internet, telefne e etc? Tudo enrolado dentro de um saco de supermercado.
Eu nunca me arrependi tanto de ter um casa limpa...O domingo foi inteirinho dedicado a arrumação da casa!
Boa sorte na procura da sua! Um beijo!

café e chocolate disse...

post muito bom adorei a estória da cobra na bolsa. Passa lá no meu blog para tomar um café. Bjos. Socorro.

Taia Assunção disse...

Sai pra lá, urubu! Hehehehe...Valei-me! Aí no Brasil temos uma ajudante que vai três vezes por semana, aqui no Congo tenho o Beston. Normalmente os trabalhos domésticos são feitos pelos homens e como ainda estamos morando no Golf Club é ele quem cuida da limpeza da casa e da roupa suja. Mas o dispensei por dois dias na semana, Beston todos dos dias não dá. Meu faxineiro fala francês e eu não, ôh miséria. Beijocas e feliz Páscoa.

Karina Sensales disse...

É isso mesmo! Seu marido é que tá certo! Temos que prezar pelas virtudes que achamos mais essenciais e tolerar os defeitos. No meu caso, é importante que goste dos meus filhos, tenha paciência e seja de confiança. O resto vou ajustando! É como um casamento, extamente como vc colocou: uma relação!
Amei seu texto!
Beijos e feliz páscoa!

Michelle disse...

Parece que v tá contando a novela da minha casa...
Tem pior coisa que encontrar uma boa doméstica????
Passei nove anos com a minha, até que eu estava sem aguentar, justamente na gravidez do segundo filho dela, mas depois de 2 anos em uma procura incansável, resolvi chamar ela pra trabalhar novamente, e ela tá aqui tem uns 2 meses, e resolveu meu grande problema, ficar sem ninguem é pior que ficar com ela...

Cláudia Mello disse...

Ana, minha querida, começa logo a fazer contato com editoras... Este livro seu, sobre o cotidiano exótico que se esconde nas coisas mais simples do dia-a-dia, será um sucesso! VC escreve bem demais! E olha que eu, com meus 20 anos de jornalismo e minha chatice, quando falo isso é porque é verdade messssmo! :-)))

beijão

c r i s disse...

Oi Ana, problema difícil de resolver, eu tenho uma quinzenal, mas que já ficou comigo todos os dias, um dia sim outro não; nos anos bons e os difíceis...ah claro, os dificílimos também. Meio que faz parte da família, a tenho como uma boa amiga e braço direito! Desejo boa sorte com as estagiárias...sabe aquele negócio do livro Segredo? Começa a pensar positivo, para ter a tal Lei da Atração...heheheh! Bjinho Ana!! Feliz Páscoa prá vc e sua família!!

Fatima Guimaraes disse...

Essas coisas acontecem nas casas de todos...mas na sua parece ser sempre mais engraçado...kkkk...
Adorei...tenho andado sempre por aquio, mas fico com preguiça de comentar.
Feliz Páscoa, e espero que na segunda tenhas estórias Pascoalinas para contar.
Fiquem com Deus, na Paz de Cristo.

Simone Izumi disse...

Porque tenho a impressão de que certas pessoas atraem mais acontecimentos engraçados e memoráveis do que outras pessoas? Você e minha prima são as campeãs!!!!
kkkkkkkkkk.....
super bjo,ã...
si

Cecilia e Helena disse...

KKKKK hilário, adorei! Aliás, me identifiquei demais, já que fui esse tipo de criança que ficava a cargo de "secretárias"... tinha a que comia e depois nos dava as sobras, tinha a viciada em açúcar, tinha a fanática religiosa que ficava de costas para a televisão, tinha a que contava detalhes do namoro e por aí vai...
E hoje acredito também que as "secretárias" têm prazo de validade. No começo, se esforçam pra mostrar serviço... parecem perfeitas! Aí, não dá um mês e começam a relaxar... um saco!
Beijo
Helena

ana sinhana disse...

Oi meninas!

Si, não é que atraio mais acontecimentos engraçados. É que, depois de me comportar anos como o Pato Donald, me estressando loucamente, percebi que rir é o melhor remédio!

Clau, um livro? quem me dera!

Cris, vou entoar um mantra!

Helena, conta aí as histórias engraçadas!

Fátima, acabei de vivenciar uma história engraçada, mas acho que arrumaria uma confusão familiar se compartilhasse aqui...

Michele, problema do cotidiano, né? Mas o melhor é rir!

Margareth, lavar banheiro e passar roupa ninguém merece, né?

Deusa, não fala assim da sua ajudante, não! Vai que ela é leitora do blog e te processa?

Taia, tô só imaginando o Benton, todo engomadinho falando em francês. Aliás, lembrei que já tivemos um doméstico quando eu era pequena. Depois eu conto!

Carol, arrumação pós faxina é jogo duro!

Socorro, passarei sim!
Abraços em todas e Feliz Páscoa,
Ana

Luz Noir disse...

Ahhhh morri de rir! Esses "causos" da infância. Hhahahaha MEU DEUS, uma mepregada q recebe o santo? Hhahaha E a caixinha de supresas não viu nada de mal. Hhahahaha Adoreeeeei! Obrigada pela leitura extremamente agradável. ;)

Fala Mãe! disse...

Sabe Ana, eu tenho uma história parecida (quem eu? a menina de cidade pequena cheia de histórias bizarras? rs)
Minha mãe tb trabalhava fora e eu e meu irmão ficavamos com uma babá. A infeliz me batia sempre, e ameaçava que se eu contasse pra minha mãe o demônio iria me levar( pode isso?) Eu bobinha morria de medo de contar, até que um dia entrei no banheiro onde minha mãe tomava banho e fui contando tudo. Por sorte nunca mais vi a cara da moça má. Não cheguei a ficar traumatizada, mas confesso que tenho uma certa aversão em pensar deixar os meninos com babá. Uma Rose dos jetsons seria um sonho, será que ela não dá indiretas que a empregada robô da vizinha ganha mais rs?
Feliz Páscoa querida, gosto muito de vc!!
beijos

Iraildes disse...

Valeu!
Estava tristinha.
Ri, ri, ri
Que estou chorando ( alegria )
So' para entender tenho 50 anos e cinco filhos(34, 32,29,22, 21 )aff
imagina o que passei?
Amei o passeio por essas bandas
Abracos

mArCeLe disse...

Éhhhh Ana... Pelo visto vc tá mais perdida que azeitona em boca de banguelo... (tdo bem, foi péssimo essa).
Nem é pra menos... Essas coisas são mega complicadas... Colocar uma pessoa dentro de casa requer um tanto bem grande de paciência. Acho esse tipo de relacionamento o mais dificil... Tenho forte resistência a estranhos dentro da minha casa! Mal necessário. Espero que vc encontre logo uma "boa moça" ou conecte o qto antes o seu cérebro num "helper robot" ultra funcional! E daí me liga: vou querer um tb! =)

Kelly disse...

Hilário seu post! Me acabo de rir...
Eu tive uma "santa" na minha vida.
Ela se casou veio morar com o marido numa edícula que tinha nos fundos da minha casa e não era apenas meu braço direito, foi meus dois braços, quando meu filho tinha dois anos e eu resolvi voltar pra faculdade.
Depois de 8 anos, ela se mudou de cidade e eu fiquei a ver (navios? não!), estagiárias...rs
Hoje, uma diarista vem a cada 15 dias, e eu mantenho o apê em ordem nesse meio tempo.
Ainda mantenho contato com a minha antiga e fiel escudeira, se separou do marido, voltou pra minha cidade e trabalha como doméstica, mas meu sonho de consumo é tê-la de volta.
Principalmente, pq agora a moça é motorizada. Já pensou? poder buscar meu filho no colégio qdo houver algum imprevisto, ou buscar as compras no supermercado... ai ai...

rosana sperotto disse...

Ana, querida, depois de muita risada, fica minha assinatura no manifesto da Claudinha. Queremos o livro!! Beijos e bom finalzinho de Páscoa

Rosângela disse...

Ah Ana, só vc mesmo!!! rsrs
Sabe que assim que acabei de ler a sua história deixei o pc e fui beber água, na volta o telefone tocou. Quem era? A minha fiel ajudante do lar, que também está grávida dizendo que está de repouso. E eu me lembrando que falava sobre isso com ela na sexta-feira fazendo as unhas (ela era minha manicure antes de trabalhar aki em casa) citei que precisei fazer repouso na gestação dos dois filhos a partir do 8º mês, pois entrei em trabalho de parto. Então, diante do diagnóstico dela nada me restou dizer a não ser: - Descansa, filha... Descansa.
Meu filho caçula que ouviu tudo pergunta: - Mãe, amanhã como é que fica o almoço? Relaxa, filho... Relaxa.
Voltei pro pc e escrevi pra você!
SOCOOOOORRRO!

EVA CAROLINE | disse...

menina to aqui rindo rin, passei por algo assim ... alias quem de nos que casou nao passa por isso??? o fato é que por mais que estejam por anos nas nossas casas são sempre como intrusos, uma relação de trabalho dentro de um ambiente intimo como o lar é complicado!
Depois da útima decepção decidi que não darei uma de mulher maravilha, todos aqui em casa daremos. Mas na medida do possivel, o que não der pra ser feito não deu e pronto.

cristina disse...

Oi Amiga,
Sei exatamente como você está se sentindo...aqui em casa tenho uma fiel escudeira, quase um anjo da guarda há 12 anos, nos entendemos só no olhar, mas mesmo assim, tem uma época no ano que não nos "aguentamos" mais e aí é hora das férias pras duas. Eu ralo por um mês e quando ela volta a gente tá cheia de novidades e até saudades.
Sabia decisão essa de deixar pra lá o que não der pra ficar perfeito, relaxa, faz que nem eu, deixa pra amanhã!
Feliz Páscoa pra você e pra sua linda família, cheia de realizações, paz, amor e muitas guloseimas.
Beijocas,
Cris João.
www.recomadres.blogspot.com

ana sinhana disse...

Mulherada querida,
vamos combinar que histórias tragicômicas na administração do lar são a coisa mais banal do mundo, certo?
Contá-las é apenas uma forma de desopilar o fígado.
Bjs,
Ana

gamela presentes disse...

Ana, como vai?
Que loucura,né?
Tenho cada "causo", de arrepiar.
Mas não tem jeito, não é possível trabalhar e cuidar da casa.
Precisamos delas.
Como faço para ter suas coisinhas aqui na loja?
Beijinhos.
Fátima.

Emanuelle Faneli disse...

Ana, eu ri muito com o mizifinho... cara da Bahia... kkkkkk! Uma bjk, meu bem! Emanuelle Faneli - www.casademanu.blogspot.com

Luciana Betenson disse...

Ai Ana, como sempre eu ri e me emocionei com seu post... ;-) Estou bem nesta vibe de empregada, a minha foi embora sexta passada! Hoje, entre pratos e roupa suja, veio aqui me distrair um pouco e acho seu texto. É assim mesmo, elas têm prazo de validade. E acho que a gente também pra elas ;-) Bom, amanhã vem uma estagiária fazer entrevista rsrsrs!! Beijos!

Laély disse...

Ana, já diagnostiquei a causa de todo o seu stress: SMSA( Síndrome da Mulher Sem Ajudante). É grave, mas tem remédio.

Brinco de Princesa disse...

Ana,
venho sempre por aqui, e hoje resolvi comentar só pra dizer que você está desperdiçada menina... você deveria escrever um livro de crônicas, você escreve muito bem, sempre que passo por aqui é garantia de boas risadas. Muito, muito legal o post.

Vida Vegana disse...

Oi menina, como é difícil ter uma empregada de confiança;;;
mas uma pessoa de confiança vale muito e acho que as mulheres devem valorizar a empregada (o), pois antes o trabalho de empregada (sem receber salário algum) era feito por toda a mulher.
Agora, que podemos ter alguém que faça o serviço para nós, ainda queremos que seja perfeita...hehehe
Mas, minha mãe trabalha como empregada e é muito requisitada. Pois como disse, é difícil confiar hoje em dia... ainda mais se tratando de crianças e animais. Pois se um empregado não cuidar dos meus animais como se fossem meus filhos, eu nem contrato. Pois eu tenho responsabilidade e amor por eles (que são 3 gatos fofos que não incomodam ninguém);
Mil beijos...

Marines disse...

se tratado de empregada é complicado não sei se sou eu que não tenho sorte com elas, mas quando é caprichosa os produtos de limpeza não a o que chegue

AI QUE SAUDADE DA AMÉLIA disse...

Acabei de criar um blog e nem postei nada ainda, mas ja estou na busca de blog maravilhosos pra me tornar seguidora e esse realmente é muito bom eu ri demais do post, minha vida é essa. rsrsrsrsr

Carla Andrade disse...

oooi ana,
adorei seu blog! é a primeira vez que estou lendo e já fiquei com fome, dei risada, quis fazer todas aquelas fofuras, me emocionei, enfim.. me identidiquei com a maneira que você escreve. Não sou dona de casa, nem mãe ainda, sou apenas uma estudante de 18 anos que acabou de entrar na faculdade, mas sou apaixona por ler, e ler seu blog é muito bom, a maneira que você escreve contagia e horas passam em minutos. Parabéeens por tudo, suas conquistas e sua criatividade. Beijos