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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pequenas alegrias domésticas e uma lição

Se um homem que você nunca viu antes de repente lhe oferecer flores, provavelmente não terá nada a ver com a sua marca de desodorante (os mais velhos certamente lembram da propaganda, né? acho que ando nostálgica ultimamente...).
No meu caso, as flores vindas de outro homem foram um agradecimento pela noite do pijama (calma lá, pervertidos, estou falando da festinha promovida pelo caçula e seus amiguinhos do terceiro ano aqui em casa. Mentes sujas!).
Explico: os pais de um dos meninos que dormiu aqui são produtores de flores, então ganhei dois inesperados maços de margaridas e fiquei toda feliz da vida.
Receber flores é das coisas que mais adoro. Na verdade, amo flores de qualquer jeito: colhidas no quintal, compradas na oferta do supermercado ou apanhadas no mato. Dão uma alegria imediata à casa e são um antídoto contra as chatices da rotina do lar.
E olhando pro vaso bem recheado em cima da mesa, me lembrei que esse mesmo amiguinho do meu filho foi o primeiro a recebê-lo quando o pequeno retornou à escola antiga, depois de uma tentativa frustrada e traumática numa escola mais perto aqui de casa. E o fez com um abraço amigo, demonstrando uma alegria muito sincera, que só um coração puro de menino é capaz de sentir. Foi de dar água nos olhos.
As flores não eram necessárias, mas as recebi de bom grado, como quem acolhe uma sutil cortesia e sabe que seu valor vai além da singeleza das margaridas. Já o abraço do amiguinho só me confirma que carinho e amizade são lições aprendidas em casa e passadas de pais pra filhos. E o exercício dessa cartilha familiar só faz aprender, de cor e salteado, o valor da generosidade entre os pequenos alunos, futuros adultos.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cookie face!


Em época de eleição é bom não bobear e cumprir os compromissos de campanha. Ainda mais quando envolvem um garotinho muito amado de grandes olhos pidões, sedento por brincadeiras sem fim com os amiguinhos.
Então, na sexta passada, cumpri uma antiga promessa e promovi uma "noite do pijama" aqui em casa. Caçula convidou três amigos: uma menina e dois meninos, montamos a barraca de camping lá no quintal (só pra brincar, pois a suíte cinco estrelas foi a sala mesmo, com os quatro colchões espalhados...) e a brincadeira com lanternas, jogos e gibis se estendeu até bater a fome, saciada com pizza, pão de queijo e refrigerante, que ninguém é de ferro e no fim de semana pode. Depois, mais brincadeiras já dentro de casa, com lego e wii...
E como festa que se preze tem que ter doce, consultei o mini-anfitrião, que me pediu pra fazer cookies. Não quis desapontá-lo, mas fiz um "ai, caramba" mental. Enrolar 60 bolinhas de cookies numa sexta-feira de encomendas e correio pré noite do pijama não estava nem um pouco nos meus planos. E ainda tinha a massa da pizza pra resolver, os amiguinhos pra chegar. "Oh! E agora quem poderá me defender?"
Mas aí baixou El Chapulin Colorado: "palma, palma, não priemos cânico!"
Olhei pras formas de pizza, enquanto se acendia a luzinha em cima da minha cabeça... chequei os ingredientes e, sem mais delongas e num (quase) instante, fiz os maiores cookies que aquela garotada já viu e, certamente, não irá esquecer!
A receita é antiga, anotada numa página já amarelada pelo tempo e pelos dedos sujos de manteiga, mas me lembro que foi das primeiras que anotei das páginas da Revista Gula que, algum dia da vida inventamos de colecionar.
"Não contavam com a minha astúcia", né?

Cookies de baunilha e chocolate:
400 grs. de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 1/2 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de sal
250 grs. de açúcar mascavo
100 grs. de açúcar cristal (usei o orgânico, que não é branquinho)
250 grs. de manteiga sem sal
2 ovos
1 colher (sopa) de essência de baunilha
300 grs de chocolate meio amargo picado ou gotas de chocolate ou confeitos
nozes picadas (não usei)

Peneire juntos a farinha, bicarbonato, fermento e sal. Na tigela da batedeira, bata os açucares e a manteiga até ficar uma pasta granulosa. Junte os ovos, um a um e continue batendo. Coloque a baunilha.
Junte a farinha aos poucos, até ficar uma massa uniforme.
Pré aqueça o forno baixo, a 150 graus.
Incorpore o chocolate picado (e as nozes, se for o caso), com a ajuda de uma espátula.
Para os cookies gigantes, dividi a massa em duas grandes bolotas e espalhei com os dedos em duas formas de pizza de 30 cm, forradas com papel manteiga. Assei por cerca de 30 minutos (o cookie deve corar nas bordas e ficar assado, porém molinho ao toque, no centro).
Se for fazer cookies individuais, faça bolinhas de massa e as coloque bem separadas no papel manteiga.
Enjoy!

p.s.1: a menina cookie face encantadora da foto é minha versão mais jovem, mais bonita, mais tudo!
p.s.2: a Paula, maga dos bolinhos fez cookies gigantes com coração pro dia dos pais. Ó só, se não é de babar!
p.s.3: e a Simone, maga dos chocolates e fada-madrinha das fãs da Hello Kitty, fez uma versão monster foliã-carnavalesca-colorida!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"Lava roupa todo dia, que agonia..."


Casa sem empregada, trabalho dobrado, coluna dolorida e pés cansados. Mas como dizia uma antiga amiga, sabiamente versada nos trancos da vida, todo aprendizado chega por trás, sem avisar e... bem, não vou completar a citação ipsis litteris para não ferir ouvidos/olhos mais suscetíveis. Em outras palavras, depois que a gente leva pancada uma vez, ficamos espertos. Ou, gato escaldado teme a água fria!
Em meio aos caos doméstico, chamei uma estagiária durante a licença maternidade da oficial (que, ao que tudo indica, vai se estender numa licença eternidade) e o nervoso, a raiva, a peste e a irritação se infiltraram na minha existência de forma sorrateira.
Vou poupar vocês dos detalhes sórdidos da passagem da pessoa por aqui. Melhor ficar com a parte anedotesca e divertida (porque todo o resto foi grotesco e cheio de sujeira no sentido literal e no figurado também, infelizmente).
Depois de três faxinas, a senhora que contratei já estava se sentindo em casa, sem perguntar onde guardar ou qual produto usar pra que. E, no fim do terceiro e fatídico dia, todo mundo que passava pelo banheiro estranhava a sensação de exagerado frescor nos fundilhos, a cada descarga. E eis que marido grita, do outro banheiro: "cadê o Listerine?".
Todos caímos na risada! Meio vidro (dos grandes) de enxaguante bucal tinha ido vaso abaixo...
A dificuldade de ter uma pessoa estranha na rotina é fato notório em qualquer casa ou família. E até mesmo a oficial cometeu gafes enormes nos primeiros tempos (lembro das vésperas do meu aniversário, quando ela resolveu limpar a geladeira e veio toda orgulhosa me contar que tinha jogado todos "aqueles queijos podres e fedorentos" no lixo).
E da história (verídica?!) da amiga de uma amiga minha, que tinha o hábito de comprar lingeries carésimas. Num daqueles dias de TPM, a moça resolveu fazer um inventário na gaveta das "carcinhas" e sentiu falta de algum conjuntinho exótico. E como naqueles dias terríveis do mês o bicho pega e mocinha vira onça, lá foi ela colocar a serviçal contra a parede, que confessou que pegava emprestado algumas peças pra brincar com o namorado, mas devolvia tudo pra gaveta da patroa bem limpinho.
A coleção de histórias engraçadas sobre ter outra mulher nos nossos domínios é imensa e tenho certeza de que todos temos alguma passagem engraçada, trágica e memorável pra contar.
Mas, por agora, decidi dar um tempo, ficar sozinha e me entender com as vassouras, o tanque, a pia e a tábua de passar roupa. Por sorte, aprendi a ser uma moça prendada nas artes domésticas. E, sem dúvida, a primeira lição é saber que toda lady que se preze, deve cuidar das próprias calcinhas.
;)

*ah, a imagem fofa da menininha brincando de passar roupa é do See and Sew, a sewing book for children, livro cheio de gravuras bonitinhas para ensinar crianças a costurar (tem também o Look and Cook, a cookbook for children, que espero ansiosa). O primeiro vale a pena!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mascotes de pano!


Os fofíssimos Totós são os mais novos mascotes de pano daqui do ateliê e estão doidinhos, correndo em círculos de alegria enquanto esperam seus donos!
Para adotar um deles, siga as pegadas!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

WP #10: o vidro gravado

Promessa é dívida. E o que é que vocês me pedem chorando que eu não faço sorrindo (ou vice versa)?
O projetinho dessa semana envolve mais uma vez a ferramenta nova, aquela do projeto anterior, da plantinha na xícara. Fotografei tudo: maquininha (aka retífica), caixa e estojo para satisfazer a curiosidade das moçoilas. E já conto logo: marido comprou no Atacado Makro, pela bagatela de R$29,90. E não, não estou ganhando nada pelo jabá, muito pelo contrário: ainda lasquei o esmalte da unha recém feita...
Além da retífica, você vai precisar de um vidro, um pano seco para limpar a poeirinha enquanto trabalha e uma caneta dessas de CD, do tipo "permanente".
Acabei escolhendo um vidro de palmito, apesar do meu incurável preconceito com esse tal vasilhame. Honestamente, acho vidro de palmito e latinhas de achocolatado reaproveitados a coisa mais núcleo pobre da novela que existe. Não me levem a mal; eu reutilizo muita coisa, mas os vidros e as latinhas vão direto pra coleta seletiva de lixo, reciclados sem perdão. É que acho que vivemos uma época de embalagens super elaboradas, lindas de dar dó de abrir. Ou seja, dá pra ter critério e escolher coisas legais pra manter em uso.
Porém, o talzinho tinha um rótulo de formato bacana, que achei que daria bossa se eu gravasse no vidro em torno dele. E foi o que eu fiz, usando essa ferramentinha aqui:


Assim: Depois retirei o rótulo e segui o risco mais duas vezes, fazendo uma marca mais fina entre duas mais largas:
A parte central, arredondada, deixei vazia para que eu possa escrever com caneta o conteúdo do vidro e, quando acabar, apagar e reescrever (caso seja outra coisa). Nas laterais, escrevi de um lado:
*"válido até (espaço para escrever de caneta a data de validade)" e
*"ou enquanto durar!!!"
E do outro: *"conservar em local fresco e arejado" e
*"bom apetite!!!"
Costumo guardar os grãos em vidros na despensa. Acho prático, higiênico e visualmente bacana. E costumo mesmo escrever com caneta permanente em alguns deles, em geral os que podem causar confusão na hora da correria (tipos de arroz, pro exemplo. Ou grãos parecidos, como cevada e trigo).
Sei que a ferramenta é algo bem específico, mas o projeto foi rapidinho: ao todo levou cerca de uma hora e meia (demorei mais pra fotografar e editar tudo do que propriamente para fazer) e foi mais para satisfazer a curiosidade geral. Não pretendo sair marcando todos os vidros, mas até que achei bonitinho na despensa: Gostaram?
Boa semana!
;)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Coisa boa...

... é ter uma bolsa nova pra estreiar no fim de semana!
Essa já tem dona. Mas logo chega uma mais linda que a outra, você sabe onde! Bom findi!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

The big bang theory e o totó


Não sou do tipo noveleira (embora o remake da divertida Ti Ti Ti seja um caso à parte, que tenho acompanhado sempre que posso) mas, confesso, sou bem viciada em seriados. Não consigo acompanhar vários de uma vez, nem tenho lá muita paciência pra sentar e assistir na TV, nos dias e horários certinhos. Ou seja, acabo assistindo episódios picadinhos, sem me preocupar muito com a continuidade.
Uma das minhas séries preferidas é The Big Bang Theory (em cartaz na Warner, sei lá eu em que dia e horário), sobre dois físicos bem geeks (Sheldon e Leonard) que dividem apartamento e sua vizinha Penny, uma garçonete loira aspirante a atriz. Ou seja, nerdice e estoicismo total de um lado; beleza, descomplicação e um estilo colorido do outro, pois o apartamento da moça é apaixonante (apesar de permanentemente bagunçado): Fala se o colorido das paredes, almofadas, lanternas e, especialmente, do sofá turqueza não é o máximo?
Em julho, decidi que tinha que fazer uma maratona TBBT e assisti (e/ou reassisti) todos os episódios das três temporadas. Não tinha visto os primeiros e fiquei mais encantada com o estilo Penny de decorar no segundo epi, quando o obssessivo Sheldon resolve faxinar o apartamento da moça. Me apaixonei mais ainda por um cachorrinho de tecido que enfeitava a mesa perto da janela (pena não ter achado nenhuma foto).
A inspiração já estava beirando a obsessão: desenhei, tentei, refiz... mas moldes refeitos e quatro peças piloto descartadas depois, aí está meu novo mascote de pano: Claro que fiz o bichinho do meu jeito. Ou, com as características de alguns caninos reais daqui da casa. Fiquei feliz por descobrir que é possível buscar inspiração e referências do que gosto em fontes variadas. O que é preciso ter sempre em mente é que a inspiração é só a pontinha do iceberg. Depois vem muito desenho, bunda na cadeira pra criar um molde que dê certo, material perdido e refeito. E fiquei satisfeita com o resultado dessa derradeira peça piloto.
Agora é esperar pela nova temporada da série e, enquanto isso, buscar outras fontes coloridas de inspiração!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Piquenique na frente da lareira!

Ontem o frio resolveu voltar forte por aqui. O vento gelado, cortante, daquele tipo que assobia perto da janela, nos fez ficar dentro de casa o dia todo. Só saí pra pegar a caixa de lenha e acender a lareira a pedido do caçula (que queria mesmo era brincar de churrasquinho de marshmallow). Então, se o vento persistir e o frio continuar, proponho que o piquenique seja dentro de casa!
Afinal de contas, brincar com as crianças e celebrar pequenos bons momentos é pra todo dia, faça chuva, sol ou vento.
E, como prometido, as novas toalhas de piquenique irão agora com presentinho: mini adesivo de parede suculento de maçãs vermelhas, também produzidos pela Set Design.
O modelo turqueza com vermelho já está disponível lá na loja, mas ao longo da semana outros sabores, ooops, modelos chegarão.
Boa semana de frio pra todos!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

WP #9: plantinha na xícara

Essa semana passou triscando... uma correria lascada. Estou sem ajudante em casa desde meados de julho. É roupa pra lavar, passar, louça que se multiplica na pia, poeira que se acumula pelos cantos e banheiros lavados à meia-noite. Some-se a isso marido viajando e filhos com crise de bronquite e você terá uma mulher estressada, que já ultrapassou a beira que separa a sanidade do ataque de nervos.
Anyway, quem é que tá preocupado com essa ladainha doméstica?
Melhor mesmo olhar pras coisas bonitinhas, escondendo a poeira debaixo do tapete...
E no domingo passado, marido me deu um presentinho que ele mesmo abriu. E brincou e se divertiu. Presente de grego? Não! Eu adorei também!
Logo que casamos, ele dizia que dava pra sentir o quanto eu era esquisitinha pelas minhas listas de compra, sempre repassava a tarefa a ele. Era algo assim:
Farinha;
Ovos;
Tomate;
Rejunte;
Cola branca;
Thinner;
Chocolate em pó;
Leite... e por aí vai!
Sempre fui chegada num faça-você-mesmo, numa bricolagem básica. E, sabendo disso, marido comprou uma maquininha que adorei: um tipo de dremel ding ling!
Eu já havia visto as meninas do superziper falarem das maravilhas do dremel, mas nunca havia me motivado a ter um. Mudei totalmente de ideia, tamanhas as possibilidades dessa ferramenta belezura.
Marido já brincou até: poliu minhas medalhinhas de prata e saiu escrevendo nos vidros da despensa. Agora, tenho um vidro de granola no qual se lê 'ração humana' gravado!
Mas o mais bacana foi furar uma xicrinha despareada. E não, não foi má intenção do meu consorte (embora ele tenha inicialmente chamado meu projeto de "pega sogra"...).
Eu já havia visto pelos blogs gringos afora plantinhas aconchegadas em louça, mas ficava intrigada por conta da necessidade do furo, já que a água não teria por onde escoar, o que a faria apodrecer. Problema esse resolvido pela solução tabajara: a maquininha fez o furo perfeito e aí, foi só juntar pedrinhas, terra adubada e mudinhas: E ficou bem fofo na janela da cozinha:
Projetinho vapt-vupt, gracinha e reciclado!
E que animou a fazer um outro projeto maior que, se der certo, conto por aqui.
Bom findi a todos!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Deu bolo: cupcake de banana e chocolate


Meu filho caçula me ensinou que banana tem muito potássio, faz bem e evita cãimbras. Tem quem ame, tem que odeie. Aqui em casa, somos do primeiro grupo e é raro sobrar banana na fruteira mas, no último final de semana, sobraram cinco, já meio pintadas de preto e pouco atrativas pra comer in natura.
Então, resolvi levar tudo pra panela com canela, uma colher de cacau em pó, um tico de açúcar e meio limão espremido, do jeito que a minha avó me ensinou. Mas logo que me lembrei desse bolinho, fiquei um tanto arrependida.
Como a bananada não deu muito ibope, mudei um pouquinho a receita do bolinho (que pedia 2 bananas amassadas): diminuí a quantidade de açúcar para uma xícara (na receita original, era uma xícara e meia) e coloquei meia xícara da bananada e umas raspinhas grossas de chocolate 70% cacau.
Nham, nham!
Ficou gostoso e me inspirou a fazer um chá com bolo no fim da tarde, já que tem esfriado bem por aqui, mesmo com os dias ensolarados e de céu muito azul.
Na mesa lá de fora, experimentei a toalha nova, toda vibrante numa mistura de cores que eu adoro, que é o amarelão com vermelho, salpicado de bolinhas e xadrezinho: Ainda essa semana, chegarão novas toalhas de piquenique lá na loja, acompanhadas de uma surpresa...
Pra encomendar um tamanho especial, é só pedir o orçamento por e-mail.
E, claro, tem a receita do bolinho!
Cupcake de banana e chocolate
(receita adaptada daqui)
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de sal
1/2 xícara de manteiga amolecida
1 xícara de açúcar
1 ovo
1/2 xícara de bananada (ou 2 bananas in natura amassadas)
1/2 xícara de leite
100 grs. de chocolate 70% cacau

Prepare 18 forminhas de papel na assadeira para cupcake. Acenda o forno a 180 graus.
Peneire os ingredientes secos juntos (farinha, fermento, bicarbonato e sal). Bata a manteiga e o açúcar juntos, até ficar clarinho. Junte os ovos, batendo a cada adição; junte a bananada. Intercale a farinha e o leite, incorporando bem e, por último, junte o chocolate picado. Coloque nas forminhas e leve ao forno por cerca de 20 minutos (se tiver dúvida, faça o teste do palito).
Enjoy!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Presentinho

Mente quem diz que não gosta de ganhar presentes. Aquela estória de "não precisava se preocupar!"é pura balela. Precisar talvez nem sempre seja o caso, mas todo mundo adora, mesmo que sejam as tais lembrancinhas. Se não fosse assim, não veríamos pelas praias tantas camisetas como "fui pra Porto de Galinhas e lembrei de você".
Mas mesmo sendo época de campanha eleitoral, não vou distribuir camisetas grátis. O mimo da hora exclusivo para clientes Ana Sinhana é outro: Depois dos pinguins e dos gatinhos, chegou a vez das corujas ganharem sua versão em mini-adesivo de parede, mimo-gracinha que irá de presente para os clientes que comprarem sua zoiuda!
E quando a fofura é muita, o jabá vem junto: quem produziu os adesivinhos foi a Set Design, parceria daqui do ateliê que faz trabalhos super no capricho (toda a minha papelaria veio de lá). Então, se sua empresa precisa urgente de identidade visual bacana ou de brindes exclusivos pros clientes, procurem djá o pessoal da Set!
As corujas vocês já sabem onde encontrar!
Gostou? Ou não precisava?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

WP #8: o all star da namorada do amigo


Uma das poucas convicções que tenho sobre os fatos da vida (além de que a paixão é cega, o amor é caolho e discutir a relação é um olho roxo) é minha preferência irrestrita pelos presentes únicos, significativos e, se possível, com um toque handmade.
No último sábado, me deliciei com a filha e seu melhor amigo preparando o presente de um ano de namoro para a namorada dele. A moça sortuda ganhou um all star super personalizado, cheio de detalhes cuti-cuti, provavelmente muito significativos entre o casalzinho.
E a filhota ficou super entusiasmada em ajudar o grande amigo: O moço trouxe o tênis já desenhado a lápis e a tarefa que se estendeu pela tarde afora até de noitão, foi fazer a pintura.
O resultado:

Fiquei curiosíssima pra saber se a namorada, que também é amiga da filhota, gostou. E ontem fiquei sabendo que a menina não tira mais o all star coloridão do pé!
Confesso que o entusiasmo em vê-los pintando, rindo e se divertindo com o processo todo foi de aquecer o coração. E me deu aquela nostalgia de namoro recém-começado, em que cada data era comemorada de um jeito super especial. Deu vontade de reler os cartões e as cartas (sim, sou do tempo em que namoro se escrevia à mão!) trocadas entre Ribeirão Preto e capital.
Então, se as relações amorosas necessariamente tem que padecer de alguma deficiência visual, namorar é, definitivamente, uma lente colorida.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Maçãs

Uma das apetitosas novidades do dia. Lá na loja!