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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Salva pelas superpoderosas!

Uma tragédia se abateu sobre a minha vida blogueira: meu notebook bateu as botas, escafedeu-se, foi desta pra melhor, faleceu. O passamento do distinto aconteceu na semana passada e fiquei bem chateada, não vou negar. Mas estou com tanto trabalho que ainda nem tive tempo de viver o luto e pensar direito como vou resolver isso.
Entre o acúmulo de tarefas em cima da bancada e muitos outros acontecimentos que contarei oportunamente, virei uma notebookless; agora vivo da caridade alheia. Tenho tentado pensar do jeito pollyana, pois tudo sempre poderia ser pior, afinal, numa casa com cinco computadores, perder um nem é tão grave assim. A não ser que o filho pequeno queime a fonte de um dos netbooks e que a tela do notebook antigão esteja preta, preta, pretinha. E que o marido passe quase o dia todo fora. Ou seja, me resta mendigar uma senha para ler os e-mails no pc dos filhos, que fica na antiga casinha de bonecas (por lá é quase necessário carimbar passaporte para entrada, tamanha a burocracia...).
Subvertendo o jogo do contente, tá tudo bem. Afinal, não caiu nenhuma bigorna do céu.
Toda essa lamúria é pra justificar a ausência ou, quem sabe, achar um patrocinador pro blog que me dê um macbook air novinho em folha (já que é pra brincar de contente, melhor pensar alto, né?).
Mas numa semana meio sem graça, sempre tem alguma cor pra alegrar o dia. E, na semana passada, sem nem combinar, três clientes me mandaram fotos das toalhas feitas sob encomenda em seus momentos gloriosos, em pleno uso. Fiquei orgulhosíssima, pois pude participar como coadjuvante discreta dos momentos festivos nas casas alheias e ainda tê-los registrados aqui.
Primeiro veio a foto do chá de costura da Vivi, registrado pela Morgânia:
Depois, a Camila me mandou a foto da mesa de niver do seu pequeno, o Léo:
E a Mari, cliente antiga e querida, também compartilhou comigo a beleza de festinha da Larissa:
Depois de uma semana sem computador (e sem as fotos que foram com ele), acho que dá para dizer que o dia foi salvo pelas meninas super-poderosas!
Obrigada Vivi e Morgânia, Camila e Mari!
Se você aí ficou babando nas produções das meninas e quer encomendar a sua toalha, me manda um e-mail: anamatusita@gmail.com. Mas tenha um pouquinho de paciência, por favor (prometo responder tão logo eu consiga uma senha ou abra uma lanhouse por aqui!).

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Corações na cozinha!

Não sou lá uma mulher muito fiel quando se trata de cores e padrões. Gosto de tudo. E mudo de gosto sem maiores pudores também. Mas anda meio evidente o tanto de corações aqui pela casa. Ó só:
Na estante de temperos:
No armarinho:
Do lado do fogão:
Na bandeja do café:
Na estante das canecas e bules:
And at last, but not least, na mesa a mais nova cria do ateliê, o lugar americano em formato de coração:
E se você gamou e quer um de qualquer jeito pra tornar suas refeições mais românticas, guenta um pouco que logo coloco lá na loja.
Boa semana!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Toalhas

Se você é como eu e acha que almoçar fora é levar a comida pra mesa do quintal, também vai achar graça na promoção Ana Sinhana/Sala da La, valendo uma toalha de piquenique.
E para dar ainda mais emoção à brincadeira, se o felizardo(a) for seguidor(a) aqui do Ana Sinhana, ainda leva um brinde surpresa!
Valendo os comentários lá no sala da La até o dia 24/10.
Agora, se a ansiedade for grande, passa lá na minha loja que também tem toalhas leeendas de morrer, como essa:
Se a sua mesa for redonda, me manda um e-mail e eu retorno com o orçamento para uma belezurinha como essa aqui: A mesma coisa se a sua mesa for enooorme e você precisar de um tamanho especial, como o dessa lindeza aqui:
O e-mail é o anamatusita@gmail.com e eu só não garanto os cupcakes...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

WP #13: prateleira e luminária na cozinha

Uma prateleira nova, logo acima da janela, para colocar coisas bonitas porém de pouco uso. Esse era um desejo antigo e há uns dois meses achei a prateleira no tamanho certo. Junto com ela, queria uma luminária simples, com fio e interruptor, para pendurar no centro da pia.
Depois de tudo comprado, voltei a conversar com a minha cara-metade e pedi que ele executasse o serviço. Mas o tempo masculino é um pouquinho diferente do feminino. Sabe como é aquele papo: homens são de Marte, mulheres são de Vênus - e os fusos horários dos dois planetas devem ser completamente diferentes.
Meu talentoso marido sempre diz que precisa estudar, pensar sobre o assunto pra fazer bem feito; eu sou mais do tipo que precisa de cinco minutos para imaginar e uma furadeira pra fazer o estrago logo em seguida. Ele queria embutir o fio, acrescentar um interruptor a mais na parede; eu queria uma coisa mais improvisada, com jeito de casa de vó (alguém aí também teve um quarto na casa da avó que tinha uma lâmpada com fio trançadinho comprido, com aqueles interruptores arredondados que faziam clic?).
Enfim, diferenças deixadas de lado, venci pelo cansaço. E eis o resultado:

Venci, mas não convenci. Marido não curtiu a tal lâmpada e disse que fica bem nos olhos dele (pra mim a altura tá ótima...) e quase nunca a usa. E também não gostou do monte de adesivos de maçãzinhas que apliquei (tá certo, me empolguei um pouco enquanto via a reprise de Julie & Julia na TV).
Então, caprichei nas fotos para ganhar o apoio moral de quem achar bacaninha a minha ideia, para convencer marido de que ficou legal.
Uma forcinha, pessoal?

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pequenas alegrias: local de trabalho

É aqui que eu passo boa parte do dia. E, nesse momento do ano, começa a época de fazer serão.
Também é quando a bagunça aumenta e não consigo manter muita coisa no lugar.
À medida em que o trabalho se acumula e os prazos encurtam, o fantasma da procrastinação começa a me rondar e fico com o impulso de mudar tudo, pintar, trocar, revolucionar o (pequeno) ambiente.
Mas me controlo, porque há tempos aprendi que se o ato de procrastinar fosse louvável, eu já teria umas muitas páginas a mais no meu currículo. Então, não quero saber mais daquela velha história de enrola, enrola, enrola mais um pouquinho e deixa pra enlouquecer na última hora (se bem que sei que enlouqueço de qualquer jeito).
O fato é que ganhei esse quadrinho fofo, a Chaperon, da talentosa Ma Stump lá do colacorelinha e (vergonhosamente) ainda não consegui pendurar, mas coloquei apoiado na bancada enquanto não chega uma horinha mais tranquila pra arrumar as coisas por aqui: Obrigada, Ma!
E hoje ganhei essas rosas meio roubadas, num almocinho rápido num restaurante novo aqui perto de casa. Combinação perfeita com a garrafinha de Coca-cola: Pequenezas que muito alegram os meus dias de correria. E assim fica mais fácil ir levando, até a chegada das férias...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Idiossincrasias domésticas

A postagem sobre os caminhos de mesa virou um confessionário craft, como bem disse a Vivi: há quem, como eu, torça o nariz pras capas de filtro e botijão de gás, ou quem adore toalhinhas mil em cima dos eletrodomésticos ou quem ame muito tudo isso porque mamãe quem deu (e presente de mãe e vó a gente tem por obrigação guardar e usar pelo menos de vez em quando!).
Mas quem mais me surpreendeu foi a Josi, que de-tes-ta escorredor de pratos!
E eu, que a-do-ro uma boa polêmica doméstica, venho aqui defender os nossos companheiros, coadjuvantes de todo dia na lida com a louça!
Brincadeiras à parte, demorei um tempão pra achar um que não fosse horroroso nem trambolhudo demais. E gostei desse, muito por conta da cor: Os pinos em detalhe: Não consegui achar a marca do bichinho, há muito perdida na etiqueta adesiva. Mas lembro que comprei aqui.
Acho que os objetos e utilidades de todo dia da casa da gente, além ajudar a melhorar a vida do lar, devem ser bonitos. Nos tempos de hoje, em que até escova de dente tem direito a design assinado, função e beleza podem andar juntos, né não?
Esse aqui talvez até fizesse o meu caçula se interessar pelo destino dos pratos sujos: Li que tem na Zona D, mas o site deles não abriu nem com reza brava.
E eu usaria com muito gosto esse outro aqui, lindo de morrer nessa versão pavão misterioso da cozinha.
E aí, amiga dona de casa, mais alguma idiossincrasia doméstica?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Carteiras e superstições


(carteiras novinhas em folha, lá na loja)

Adoro quando as clientes me dão retornos satisfeitos dos produtos que saem daqui, das minhas mãos. Fico bem feliz mesmo.
Outro dia, fiquei sabendo que uma cliente que havia comprado uma carteira de passarinhos há bem pouco tempo foi roubada dentro da sua própria academia (a moça dá aulas de yoga). E só se deu conta do fato quando a pessoa que encontrou a carteira telefonou para avisar (ela disse que até contestou o senhor pelo telefone, pois não havia dado falta de nada).
O mais legal é que o senhor que achou disse que notou "uma coisa bonita e colorida" em cima do muro quando chegou em casa. Era a carteira!
E ele ainda ressaltou que, se não fosse colorida, talvez não tivesse percebido.
Já minha irmã presenteou sua professora de yoga (mais uma!) com uma carteira de flor de lótus há uns anos. Faz uns meses, ela disse que viu a moça de carteira nova (minha irmã é reparadeira de detalhes que nem eu!). Mas, logo depois, a professora voltou a usar a carteira lilás e minha sis disse que achou graça, pois a moça afirmou que essa dava mais sorte!
Falando em sorte, tenho uma amiga que só gosta de usar carteira vermelha, cor que para os japas atrai dinheirinho no bolso. Mas abriu uma exceção quando se encantou por uma lilás e marrom, lindérrima (e continua com sorte!).
Eu acredito em uma pitada de sorte. Mas não naquela tipo de sorte malandra a la Zé Carioca. Sou mais de acreditar na sorte de fazer as coisas com bons pensamentos, no carinho dos detalhes, no cheirinho de lavanda do tecido (passo água perfumada em todos os meus panos) e no entusiasmo de criar o que gosto. Me considero uma pessoa de sorte, mesmo quando me esqueço e fico irritada com qualquer pequeneza da vida. De vez em quando meio que que esqueço, mas tenho o que preciso, na medida em que preciso.
E poder emprestar um pouquinho dessa minha sorte talvez seja uma discreta forma de gratidão.
Bom final de semana a todos.