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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Antes & Depois: banquinho Cinderela!

Era uma vez um par de banquinhos redondos que, por anos e anos, serviram uma casa. Enfrentaram bravamente bundas e mais bundas na cozinha e depois em festinhas de quintal, brincadeiras infantis com direito a barbantes amarrados, soldadinhos pendurados e pernas pra cima. Tudo naquela singeleza que só um banquinho sabe ter.
Mas o tempo passou e, naquela casa, algumas coisas mudaram. Juntos com armários novos vieram novas cadeiras e novos banquinhos. E o casal esquecido foi pro fundo do quintal, encarar intempéries ao sabor do vento. Até que, numa limpeza, foram resgatados do meio de um pé de framboesa. Muito detonados para seguir para a doação, a rainha-mãe daquele reino doméstico resolveu dar uma de fada-madrinha. E escolheu um dos banquinhos, que estava nesse estado: Num agito de varinha, o tampo foi retirado, os pés lixados e pintados magicamente com esmalte sintético Coral Bela Rosa.
Mais um plim-plim e surgiu um tampo quadrado de 30cm em cima do banquinho, pregado com o martelo encantado. E os passarinhos e esquilinhos do bosque ajudaram a fazer uma camada dupla de manta acrílica do tamanho exato do tampo, pregada com grampos. Depois mais uma camada de manta, dessa vez dando a volta toda no banquinho e pregada na parte de baixo com grampos.
E o mesmo processo mágico se repetiu com o tecido cor de vinho: Rumpeltiltskin veio ajudar durante a noite e teceu um granny square colorido, diminuindo os pontos para ficar firme na parte de baixo:
As cores deram aquela graça ao banquinho, que pode voltar ao salão de baile tal qual a Cinderela: E todos dançaram e cantaram em versão dublada em muitas línguas. E viveram felizes para sempre. Fim.
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Bom, voltando pra realidade doméstica, vocês já sabem, né?
Não tem mágica, só um tanto de boa vontade, braço doendo e calos na mão. Mas, de novo, insisto que vale a pena. Olhem só o banquinho colorido, junto da minha nova bancada com os cavaletes amarelos e o tampo de MDF (ainda sem cor, sorry!): Gostei tanto, que tem até mais uma foto: Viram o quadro novo, da menina com guardachuva, que eu ganhei da Natz? Tem um mais lindo que o outro na lojinha dela!
E o outro banquinho há de ter um fim mais bonitinho. Prometo para a próxima brecha de tempo.
Bom final de semana a todos!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Wonderland

Conforme prometido, hoje teve chá das cinco com convidados ilustres: Toalha de piquenique Wonderland em rosa, lá na loja.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Adivinha quem vem para o chá?

Ilustres convidados para o chá da Isabela e do Bernardo:


Mas amanhã esses convidados também estarão no chá das cinco, lá na lojinha!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O macarrão de domingo e as adaptações da vida

Domingo é o dia nacional da macarronada. Prato único, pouca panela pra lavar, calorias extras e leseira durante a tarde.
Mas daí vem seo Jamie Oliver, com suas receitas deliciosas e faz a gente encarar um simples macarrão com outros olhos, mantendo todas as outras variáveis intactas porque domingo é domingo! Eu e marido há tempos estávamos de olho na receita com jeitão oriental. O Jamie pedia ruibarbo, barriga de porco e agrião; na geladeira tinha maçã, costelinha em cubos e rúcula.
E vou contar uma coisa: há um tempo atrás eu teria fechado o livro e partido pro molho de tomate. Só que a vida doméstica ensina que, de vez em quando, mudar a receita não é nenhum pecado mortal. Então, ao invés de correr pro supermercado em pleno dia de ócio, trocar ingredientes é muito mais sábio (mais ainda se tratando do tal do ruibarbo, que nunca vi por essas bandas). Claro que conhecer um pouquinho o sabor ou, ao menos, o efeito que o ingrediente pede, ajuda muito (vale até apelar pro Mr. Google). No caso, o Jamie já havia explicado tudinho no livro e no programa, facilitando bem a vida dos donos de casa!
Eis a nossa versão dos Noodles com ruibarbo picante e ácido e porco crocante (nosso chef inglês é meio ruim de título mas ninguém é perfeito, né?):
Misturamos no processador a seguinte marinada: 2 maçãs descascadas; 1 cebola; 3 dentes de alho; 1 pedaço grande de gengibre fresco; pimenta calabreza; 4 colheres de melado; shoyu a gosto.
Depois de limpar um pouco da gordura da costelinha, colocamos numa panela grande de ferro, cobrimos com a marinada e levamos ao fogo médio até a carne ficar cozida. Então, a panela foi ao forno para dourar a carne, sem cobrir.
Lavei tomatinhos uva e rúcula e achei que estava ótimo, mas marido quis fazer o macarrão e, diga-se de passagem, foi a ideia mais que perfeita. Ele cozinhou meio pacote de lámen e colocou no prato bonito.
Tiramos a carne douradinha do forno e dissolvemos um pouco o molho no fundo da panela, que foi para o prato de macarrão. Por cima, colocamos as costelinhas, os tomatinhos e a rúcula.
Olha o marido, exibindo o prato lindo: Não sei se foi a comilança, mas fiquei bem pensativa todo o resto do domingo. E tenho que dizer que tentar ser um pouco mais flexível tem sido um aprendizado e tanto. Embora eu ainda tenha minhas dificuldades em me dobrar frente às vicissitudes da vida, encontrei no caminho o melhor e mais amoroso professor. E não, não estou falando do Jamie, nem da cozinha.
Boa semana!
p.s.: pra quem quiser ver a receita original, o livro é o Jamie em Casa.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mania noturna!

Mania noturna: a mão trabalha enquanto a cabeça descansa com a novela. Eu demoro, já que só tenho esse horário pra crochetar mas, de ponto em ponto logo tem coisa nova aqui na sala de casa.
Algum palpite?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Antes & Depois: caixa de brinquedos


Por aqui, continua a fase de pequenas arrumações. O que significa mudar coisas de lugar e renovar o que temos com o que é possível. Ou seja, ainda vai rolar muito Antes&Depois por essas bandas!
Há uns dias, o processo arruma-arruma chegou ao quarto dos meninos. Trocamos as camas por beliche (uma das poucas compras "grandes" que fizemos) para sobrar espaço para uma escrivaninha. Nesse meio tempo, pensei que um bauzinho seria ideal para guardar os brinquedos do caçula, mas me assustei com a exorbitância dos preços para as caixas de madeira, quase beirando o valor do beliche que compramos numa boa oferta.
Daí lembrei de uma estante antiga, já meio bamba, encostada no quartinho de bagunça e de uma cartela de rodízios, comprada há tempos pra algum projeto esquecido.
Comprei um pedaço de pinus pré-cortado para o fundo e uma latinha de esmalte super lavável cinza e botei a mão na massa: 1) lixei a estante;
2) pintei as partes separadas e deixei secar bem antes de pregar o fundo (na base do prego e martelada mesmo); 3) parafusei os rodízios (antes, marquei os pontos martelando um prego para cada parafuso, o que facilita bem o trabalho de parafusar, mesmo se tratando de pinus. se você tiver um menino de braços fortes pra ajudar, melhor ainda);
4) parti para a parte legal do projeto: eu e o filho grande escolhemos duas imagens desse livro de stencil, que eu estava doida pra usar há tempos. Pra "ornar", ficamos com a fita cassete e o fone de ouvido; Para o stencil, usei tinta acrílica amarela esparramada num pratinho e diluída de leve e pintei com um pedaço de esponja velha (aqui, o importante é não usar tinta líquida, pra não correr o risco da tinta escorrer debaixo do stencil.
E... ta-daaaah: caixa nova, com rodinhas e estampa maneira já no quarto dos príncipes: E como eu sou uma mãe pentelha, vou colocar uma foto proibida, só porque meu filho grande sempre foge e prefere ficar atrás da câmera: Também comprei caixas plásticas pra guardar outros jogos e brinquedos em cima do armário, tecido para uma cortina nova e pintei uma outra estante antiga. Mas isso é motivo para outro post.
Enquanto não arrumo mais horas no meu dia, continuo afirmando que cuidar da casa dá um trampo danado, mas vale a pena. E além do prazer de fazer as coisas, tem o lado da economia: considerando que usei o que tinha em casa, gastei menos de 30 pilas para o projeto todo, contra os 300 que custava o baú mais barato.
Ou seja, mais que valeu a pena parar pra pensar antes de enfiar a mão no bolso. Os clientes mirins gostaram e a carteira e o planeta agradecem.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Geléia de morango, crochê e bullying

Eu tenho que desabafar: sofro bullying doméstico. É isso mesmo, amigas leitoras, sou uma pobre mãe atormentada pela chacota constante de filhos malvados. Por exemplo: hoje, quando fui fotografar a deliciosa e caseira geléia de morangos, minha filhota amada e querida passou pelo quintal e disse que o crochezinho no vidro reciclado era a coisa mais cafona do mundo. Nem meu olhar fuzilante foi suficiente, então suspirei profundamente e continuei com o meu plano de mostrar pra vocês a geléia, o vidro com crochê e, claro, desafogar as mágoas.
Logo que vi os morangos miudinhos, orgânicos e, melhor ainda, em oferta, pensei em fazer uma geléia. Como tenho cortado um pouco o açúcar (exceto nos dias de festa, porque ninguém é de ferro), tenho comprado uma geléia francesa sem açúcar que custa os zóios da cara, então perguntei pro querido VH, do prato fundo, se dava pra fazer uma boa geléia caseira sem nenhum açúcar e suco de maçã (por causa da pectina). Levei um esfrega via twitter (olha o bullying de novo, gente! haha) e o Vitor me disse que geléia sem açúcar nenhum não rola e que eu não pirasse com a dieta.Ok, VH-San.
Fiz a geléia com um pouco de açúcar (1/3 de xícara de chá para 3 caixinhas) e mais uma maçã grande raladinha; levei ao fogo na panela de fundo grosso, mexendo de vez em quando, até a consistência e cor ficarem bem lindas. E melhor, uma delícia. Rendeu um vidro e meio, desses da foto.
Já a capinha de crochê, fiz com barbante fininho e agulha 1,75 mm, assim*:
1) faça 5 correntinhas e una no final, formando uma argola;
2) encape as correntinhas com 10 PA, feche com ponto baixíssimo;
3) faça dois PA para cada ponto da carreira anterior, feche com ponto baixíssimo;
4) faça 1 PA, depois 2 PA sucessivamente, até o final da carreira, feche com ponto baixíssimo;
5) faça 1 PA; 1 PA; depois 2 PA sucessivamente, até o final da carreira, feche com ponto baixíssimo;
6) faça 1 PA; 1 PA; 1PA; depois 2 PA sucessivamente, até o final da carreira, feche com ponto baixíssimo;
7) faça 1 PA; 1 PA; 1 PA; 1PA; depois 2 PA sucessivamente, até o final da carreira, feche com ponto baixíssimo;
8) faça 1 PA para cada ponto da carreira anterior, feche com ponto baixo;
9) repita a carreira anterior;
10) faça 1 PA, 1 correntinha; pule um ponto; 1 PA, uma correntinha, pule um ponto, sucessivamente e feche com ponto baixíssimo;
11) faça um PB, 1 correntinha e, no próximo ponto, 1 PB; 1 PA; 1 PB; 1 ponto baixo no próximo ponto, 1 ponto baixíssimo e uma correntinha e repita: 1 PB; 1 PA; 1 PB, formando biquinhos. Feche com ponto baixíssimo.
Para a tirinha, escolha outra cor, faça correntinhas até dar o tamanho desejado e encape com PB. Passe pelos vãozinhos e use para dar um nó e prender a capinha na tampa.
* PB: ponto baixo; PA: ponto alto.
Cafonice reinventada? Pode ser mas, se vocês querem saber, achei bem bacaninha, com cara de presente de Natal na casa da vó. E a geléia, nada cafona, já está pela metade.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Feitos um para o outro!

Arroz & feijão; goiabada e queijo; pipoca com guaraná; Bonnie & Clyde; Amèlie & Paris; Romeu & Julieta; Julie & Julia; Claudinho & Buchecha; Charles & Ray Eames; pastel & chopp(s); sol & piquenique, Batman & Robin; Salsicha & Scooby; pão com manteiga; Barbie & Ken; Manoel Carlos & Helena; Capitu & Bentinho & Ezequiel; morango & sake; Lampião & Maria Bonita; eu & Gu e, finalmente, geladeira vermelha & pinguim!
Nasceram um para o outro e o destino quis que eles viessem morar na cozinha daqui de casa.
mas, se a sua geladeira anda solitária, tem pinguins lindos lá na minha lojinha!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

E o meu domingo teve lasagna de camarão, abóbora e palmito pupunha e spaghetti com pesto feitos pelo maridão, gnocchi da minha mãe, brownie da filha, fotos do filho, menininhas fazendo piquenique no quintal e muitos amigos.
(da esq. para a direita: comadre e Juju, Paula e Heleninha, Ma Stump, Maricota, Cissa, Danny, eu, Glau, Paty, Ângela, Bia, Telma e Leila. Só dava a mulherada! Calórico, em todos os sentidos. E seguem as comemorações!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cookies cariocas, da Thaís e do Félix!

Em maio, quando fomos ao Rio ver o Paul de novo, tive a alegria de conhecer um casal muito querido, a Thaís e o Félix. Talvez vocês já a conheçam, pois ela escreve o delicioso abóbadas aladas, muitas vezes a quatro mãos, pois as postagens são sobre o universo doméstico e o Félix compartilha da mesma animação com a casa e a cozinha. Por isso, acho que ler o blog deles é um pouco como voltar ao começo da minha história com o Gu. Nostalgia das boas!
Combinamos de nos encontrar depois que a Thaís fez um mega roteiro da cidade maravilhosa pra gente. E o Gu propôs da gente se encontrar no Bar Luís, que ele adora e sempre visita quando vai ao Rio.
Lá fomos nós: Além das histórias, as risadas e a identificação, ainda ganhamos cookies feitos pelo Félix. Os pacotinhos das crianças foram devorados no hotel mesmo, mas o meu eu guardei pra comer em casa (a Thaís ainda teve o capricho de fazer uma caixinha linda, que guardei pra outros mimos: Daí, hoje o caçula me cobrou uma promessa não cumprida do feriado: fazer cookies. Lembrei da Thaís, da receita e fomos pra cozinha: Provado e aprovado pelo maior entendedor do assunto por aqui, comendo de soprinho: Da receita original, só omitimos as nozes, porque meu pidãozinho não gosta.
Comparando com outras muitas vezes em que fiz cookies, achei que uma dica da Thaís fez toda diferença: deixar os cookies esfriarem sobre uma grade. A textura fica muito melhor, crocante por fora e macio por dentro.
Acredito que receita boa é como a desses cookies, que a gente escreve no caderninho junto com o nome de quem te apresentou: "Cookies da Thaís e do Félix", pra lembrar sempre dos novos amigos tão bacanas!
Bom findi pra vocês.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pancho, o mascote de pano!

Há uns dias, a Magda me escreveu contando que sente muita saudade do seu cachorrinho salsichinha, que ficou morando na casa dos pais dela. E me pediu pra criar um mascote de pano fofinho. Desenhei, modelei, cortei, costurei, desfiz, modelei de novo, refiz e ei-lo: Pancho, o novo mascote de pano do ateliê Ana Sinhana:
O Pancho mede 55x18x12cm e se acomoda muito bem no sofá, enquanto espera o carinho do dono. É leal e colorido, para enfeitar, brincar ou, simplesmente, abraçar. Um mimo de bichinho! Queria aproveitar para dizer que me alegra muito quando consigo atender a um pedido como o da Magda. Agradeço muito o carinho e a inspiração que pessoas queridas me mandam vez ou outra. Também queria dizer aqui que esse é o meu trabalho e amo o que faço e, por saber o tremendo esforço que é criar uma peça nova, não compartilho moldes do que vendo, a não ser dos passo-a-passo que aparecem aqui no blog. Quem cria há de entender. I love cats, but I hate copycats.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A rapa do tacho!

Quando eu era criança, raspar o fundo da panela de doce era uma alegria. Cresci e passei a vez pros filhos que parecem estar sempre de colher em punho, especialmente se a panela for de brigadeiro:
Como hoje teve bolo de chocolate com brigadeiro pro compadre, pra tentar redimir um pouco a culpa pela ausência no aniversário dele semana passada, logo que o negrinho ficou pronto, apareceu um menino curioso na cozinha, guiado pelo cheiro de chocolate.
E fez a rapa na maior alegria! As coisas mudam, a gente cresce e passa o bastão a colher pros filhos, mas a delícia de alguns hábitos domésticos permanece. Com a diferença de que deixo um fundo um pouco mais generoso pra rapa (minha mãe era meio sovina)! Afinal, sempre dá pra subverter um pouco os bons costumes. O caçula agradece!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Antes e (finalmente) depois: chapeleiro

Lembram que comecei a pintar meu chapeleiro, tive problemas com sprays diferentes e resolvi persistir? Pois é... se eu pudesse dar uma cor para cada momento do ano, diria que em 2011 meu inferno astral foi amarelo. Sim, escolhi pintar o chapeleiro de amarelo, gaste uma dúzia inteira de latinhas de spray e ficou uma merda (desculpem, tem horas que o palavrão não é opcional). Depois de muito persistir, me rendi e percebi que não tinha condições psicológicas de continuar a empreitada. Coloquei o pobre chapeleiro lá no fundo do quintal e fui me queixar com os universitários, aka, xingar no twitter. E a Ju, especialista no assunto, falou que não ia dizer: "eu te avisei"! Mas nem precisava, porque ela disse e insistiu: vai de rolinho, a peça é grande, spray requer treino. E a teimosa aqui não ouviu. Então, conversei por telefone com o Matheus, marido e parceiro da Ju na oficina de acervos e combinei de passar a bola pra ele, porque tem horas que o melhor é deixar o especialista fazer por você e até uma pessoa teimosa obstinada como eu, que insiste em se achar a rainha do faça-você-mesmo, tem que se render quando se trata de um móvel querido. E meu chapeleiro valia o investimento. A melhor parte do processo foi que, na primeira etapa do processo, a Ju veio com o Matheus e ainda trouxe o Levi, o bebê mais bem humorado e fofo que já conheci. Enquanto eu e a Ju papeávamos, olha o Matheus sofrendo com a lixadeira:
A próxima etapa, foi passar as camadas de primer, feito já na cor escolhida. Depois é que veio a tinta mesmo e, como eu peguei uma raivinha do amarelão, mudei a cor para laca num tom de rosa com carinha de antigo. Olha o Matheus com seu ajudante Bill, fazendo a última camadinha de tinta:
Depois de deixar secar durante dois dias, seguindo à risca a indicação do especialista, hoje o chapeleiro voltou pra sala e eu estou aqui toda feliz, olhando para o rosinha do amor e dando suspiros de alegria!
Aproveitamos para trocar o puxador da gavetinha, por um bem delicado da trinca-ferro.
E se você tem em casa um móvel que adora e que merece aquele trato caprichado, por mãos experientes e especializadas no assunto, fala com a a Ju e o Matheus. Eu indico! No site deles tem também um monte de dicas bacanas de decoração e diy, além dos móveis que eles mesmos recuperam e deixam com cara de novo. Obrigada, Ju e Matheus! Amei conhecê-los e contar com essa ajuda tão preciosa! Oficina de Acervos: 11 7758-7294 contato@oficinadeacervos.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Kit I ♥ Cupcakes, agora com cerejas!

O kit I ♥ Cupcakes voltou ainda mais fofo, enfeitadinho de cerejas!

Lá na lojinha.