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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Modo de fazer: seminole

Nos últimos dias, um enxoval bem colorido me rendeu um monte de tirinhas. Ontem, numa crise de insônia, aproveitei que minha máquina de costura estava montada na mesa da sala e fiz um seminole, técnica fácil e bonita do patchwork tradicional. Esse é um jeito bacana de aproveitar retalhos estreitos, em tiras. Além de ser bem fácil pra quem está começando e render um belo efeito.
Comce posicionando duas tiras assim:
Costure a lateral menor da tira que está por cima, vire para o lado direito e passe à ferro pra facilitar. Você terá algo assim:
A próxima tirinha deve ser posicionada na lateral que tem as duas cores, assim:
Continue costurando as tirinhas, seguindo a mesma lógica, até que o trabalho tenha o tamanho desejado:
Daí é só refilar as laterais e deixar tudo retinho que seu seminole está pronto para ser usado. Esse trabalho fica legal em barrados, então aproveitei o meu num pano de prato, aplicando na barra.
Notem que, como eu usei tiras reaproveitadas de outro trabalho, não tive a preocupação em manter exatamente a mesma largura para todos os pedacinhos. Mas, se você for cortar os tecidos especialmente para fazer um seminole, eu sugiro que as tiras tenham todas o mesmo tamanho.
Também não me preocupei muito com as cores, mas acho que fica ainda mais legal se você usar apenas três estampas, que devem ser aplicadas revezadamente.
Uma outra dica que sempre vale repetir é que o ferro quente é um excelente auxiliar na hora de montar um trabalho caprichado. Nada de cortar e costurar pano amassado, hein?
E olha só o paninho, já em uso, na cozinha:
Eu adoro pano de prato bonito. Tenho três gavetas na cozinha, cheias deles. E me surpreendeu, outro dia, um comentário no facebook numa foto dos panos de prato que eu recém tinha colocado lá na loja. A pessoa dizia que só não tava encardido, porque era novo...
Bom, aqui em casa nem tudo é novinho, mas gosto de pensar e tratar as coisas com carinho, então, troco os panos todo dia e, uma vez por semana os panos acumulados vão pra bacia com sabão e alvejante sem cloro; depois tomam sol e vão pra máquina de lavar. Uma colher (sopa) bem cheia de bicarbonato na lavagem (se não tiver peças coloridas no meio) também ajuda a manter tudo branquinho. Depois é estender no varal, secar, dobrar e voltar pra gaveta (não, eu não passo pano de prato à ferro).
Enfim, dá pra manter as coisas em ordem sem se tornar escrava, suprimindo algumas tarefas menos necessárias e custosas pro meio ambiente.
#ficadica








quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Branca de Neve

"Era uma vez, uma rainha que costurava sentada em sua janela de ébano. Ao furar o dedo na agulha, três gotas de sangue caem sobre a neve, e ela diz para si mesma: "oh, como eu queria ter uma filha com a pele branca como a neve, lábios vermelhos como o sangue e cabelos negros como o ébano". Logo depois, a rainha dá a luz a uma menina, com a pele branca como a neve, lábios vermelhos como o sangue e cabelos negros como o ébano. Ela recebeu o nome de Branca de Neve e, logo depois do seu nascimento, a rainha morreu".
Eu devo ter lido essa história no meu livro quebra-cabeças pelo menos umas mil vezes, quando tinha lá meus seis anos. Mais tarde, vi o filme da Disney outras mil vezes, com a minha menininha vestida como a fantasia de Branca de Neve, repetindo as falas junto com os personagens.
Então, com muito amor, fiz a minha versão de pano da princesinha, para outras princesas brincarem de contos de fada.
As maçãzinhas fofas são da Mimmos, obra delicada da minha amiga Paty.
Tá lá na loja.
<3

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Bolo Old School pra matar a saudade de um velho amigo!

A semana começou cheia de lembranças boas, já que uma amigo das antigas veio nos visitar ontem. O Fidu foi nosso colega de república (sim, eu era modernex e morava numa república mista), parceiro de noitadas estudando matemática ou assistindo novela (a gente saía correndo da última aula da tarde pra dar tempo de ver Mulheres de Areia, pra xingar a Ruth de bobona e falar que tinha meda da Raquel).
O Fidu também era alvo inocente de muitas pegadinhas. Não que a gente fosse bully, era mais no sentido de errr, fazê-lo perder um pouco da ingenuidade pueril em meio ao mundo cão universitário.
Numa das vezes, aproveitamos um pé quebrado do sofá pra deixar que o nosso amiguinho se sentasse e tomasse a culpa por destruir o sofá-de-família-herdado pelo Fara, nosso outro amigo. Também foram muitos sustos escondidos atrás da mureta esperando o Fidu e o Johnny (mais um amigo muito amado), voltarem do cinema.
E também teve a vez em que todos nos arrumamos pra uma festa dos anos 50, na moradia estudantil da cidade. Lá pelas tantas, o Fidu, vestido de jaqueta de couro preta e gel no cabelo, caiu de maduro (também conhecido como: bebaço) e lá foi uma galera levar o amiguinho pro hospital. Detalhe: fomos no carro de um cara que a gente mal conhecia (estávamos no primeiro ano e, no máximo, a gente tinha um passe escolar na carteira). Alguém tinha que segurar o Fidu, então eu fui junto no banco da frente. No banco de trás estava o Johnny, marido, a namorada do dono do carro e a Sy, outra grande amiga. Lá pelo meio do caminho, o Fidu enrola a língua e me avisa que precisa fazer xixi E vomitar... bem... pra encurtar a história e poupar meus amados leitores de um momento escatológico, só vou dizer que, no dia seguinte, joguei um vestido rodado no lixo.
I-n-e-s-q-u-e-c-í-v-e-l, mesmo porque meu marido nunca deixou nosso amigo esquecer, inclusive quando estávamos no altar, sendo padrinhos de casamento dele!
Bons tempos!
Mas também foram muitas as brigas e as portas batidas um na cara do outro... ainda bem que a maturidade eventualmente chega e faz você rever atitudes infantis e birra, então você tem a chance de se tornar alguém um pouquinho melhor: lá pelo mestrado, tivemos uma conversa franca e resolvemos algumas diferenças, porque amigo de verdade faz assim.
Hoje em dia, o Fidu virou Prof. Dr. Fidu e dá aula no mesmo campus em que nos formamos. E ontem veio pras bandas de cá pra dar uma palestra sobre alguma tema certamente muito relevante.
Confesso que fiquei saudosa de coisas que, na época, eu nem sabia que gostava. E nada melhor pra curtir o saudosismo do que um Bolo Nega Maluca (coisa mais anos oitenta, em que o politicamente incorreto não ficava assombrando as nossas vidas).
Quem atiçou minha larica foi minha amiga Paty, que falou da receita esses dias no facebook e me deixou aguada.
Achei a receita aqui. E garanto que o bolo é perfeito para comemorar boas lembranças e amizades de ontem e de hoje.
=)
p.s.: Fidu, eu me mantive calada durante esses anos todos, você bem sabe. Quem sempre deu com as línguas nos dentes foi seu amigo. Então, tomei a liberdade de contar só pros meus 2570 amigos mais íntimos a nossa história, ok?

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Feliz dia de brincar!

Um dia muito feliz, não só pra quem é criança, mas também pra quem sabe que ter criança por perto é garantia de alegria!
=)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

E lá vem mais um enxoval colorido pra receber uma menininha que vai se chamar Ana Lua!
A encomenda ainda está no comecinho mas, com a colcha já dá pra ver a alegria que vai ser esse quartinho modernex!
<3
Quer encomendar pro seu bebê também? Me escreve que eu te mando o orçamento. ana@anasinhana.com

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Antes&Depois: caixas+pés palito

Rapidinho, como tudo nos últimos dias: foi assim que eu fiz dois expositores pra um bazar no comecinho de outubro.
As caixas foram feitas sob medida por um marceneiro mas, mesmo assim, o preço foi amigo; os pés, uma amiga comprou pra mim em SP.
Marido fixou os pés com parafusos (dois em cada pé, pra ficar firme) e, depois de lixar tudo, veio a parte que eu gosto: fazer "lambreca"! hahaha
Escolhi turqueza e púrpura (ou latex coral azul marítimo e veludo russo, acabamento brilhante):
Pintei só o caixote, porque ainda não decidi o que fazer nos pés. Duas demãos e ficou tinindo:
Também coloquei papel de parede no fundo de uma das caixas, pra dar uma clareada. E, por enquanto, está assim:

Ainda falta passar uma camadinha de verniz pra proteger e decidir o que fazer com os pés (pintar de preto ou passar verniz?) mas, por agora, decidi deixar no meu quarto, no lugar do criado mudo.
Que tal?



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Micro bastidor e muito amor!

Esses dias, achei as braçadeirinhas de metal numa loja de materiais de construção e achei que daria algum projetinho bem bacana e acabei fazendo esse micro-bastidores:
O modo de fazer está lá no blog do Tanlup.
E para quem está começando no ponto cruz, o coraçãozinho é o projeto perfeito:
Gráfico facinho e rápido, mas de efeito fofo, de presente pras iniciantes!
Na hora de começar, tem muitos tutoriais e vídeos. Até eu, que nunca tinha bordado, aprendi o avesso perfeito e ficou uma delícia seguir os gráficos.
♥♥♥♥♥