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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Em 2013 eu prometo...


Quem aí do outro lado fez promessas de ano novo?
Do lado de cá, eu fiz poucas e simples, bem do tipo "um dia e uma coisa de cada vez" e pensando no que eu daria conta (porque terminei o ano passado não dando conta nem de mim mesma).
Uma delas tem sido uma grata conquista: voltar aos exercícios físicos. O melhor de tudo é que voltamos em família. Sem querer, sem combinar, essa semana todos fomos arrumando nossas atividades preferidas e voltando à rotina de mexer o corpo pra descansar a mente. E tem sido ótimo: até o caçula disse que conseguiu dormir melhor.
A outra promessa simples que está bem ligada aos exercícios é tomar mais cuidado com a alimentação que, na verdade, sempre foi uma preocupação aqui em casa.
Uma das coisas que eu tenho notado é que os pães industrializados andam massudos, sem graça, o que tem feito sobrar muito pão na cesta.
Daí, resolvi retomar o velho hábito de amassar pão pelo menos uma vez na semana. E tem sido ótimo, pois além de terapêutico, fazer nosso próprio pão tem algo de mágico. Sentir o cheirinho de pão quente na cozinha é como um convite a ser feliz, sentar com calma e comer devagarinho, sabendo de onde veio cada ingrediente, como foi preparado e, ainda, com a certeza de que a mão de quem amassou estava limpa!
O pão da foto é dessa receita que já postei aqui, testada e aprovada!
Só um detalhe: essa receita é enorme, rende 6 pães pequenos ou 4 médios ou 3 grandes. Pras famílias pequenas, sugiro fazer a metade ou congelar uma parte em saquinhos plásticos, que dá bem certo.
=)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Modo de fazer: cachecol pra comadre

Minha comadre se mandou, partiu, foi embora e me deixou aqui suzinha nas Campinas. Sim, eu tô dramática, mas não é de graça. A comadre faz uma falta imensa, assim como o compadre e os afilhadinhos. Ela é aquela amiga com quem eu falo ao menos uma vez na semana quando não temos nenhum assunto novo, mas mesmo assim precisamos colocar a conversa em dia; é a amiga com quem partilho os finais de semana de mesa farta, crianças brincando e gula no fim da tarde; é pra ela que eu conto primeiro as minhas alegrias, planos e até as angústias. Entendeu o drama?
A amizade entre as nossas famílias começou de um jeito engraçado: o marido e o compadre, que se conheceram durante uma disciplina do mestrado, acabaram se cruzando de novo dando aula na mesma faculdade e ficaram amigos. E marido sempre chegava dizendo: "tem um amigo meu do trabalho que contou uma tal história da mulher dele tão parecida com outra tal história sua..."
E isso se repetiu por várias vezes, até que eu fui trabalhar no mesmo centro de pesquisas que a (futura) comadre, a gente se conheceu e a afinidade foi imediata: ficamos amigas. Também pudera: minha comadre é daquelas pessoas tranquilas, bem humoradas... nada a ver comigo, a estressadinha ranzinza, que não gosta de chegar atrasada em sessão de cinema e liga umas quinze vezes da porta pra atormentar (né, comadre?).
Então, quando a comadre e o compadre contaram que iriam passar um ano muito, mas muito longe daqui a trabalho, eu juro que fiquei feliz de verdade. Afinal, uma conquista de um amigo que a gente ama e por quem a gente torce é motivo de alegria. Mas o tempo foi passando e  o dia da partida foi se aproximando. E eu fiquei com aquela pontinha de aperto no peito, pressentindo a saudade.
E como o único jeito que conheço de enganar o tempo é manter as mãos ocupadas, um final de semana antes da despedida eu tricotei um cachecol pra comadre, já que ela saiu daqui num dia de verão e chegou na nova morada em pleno inverno.
A lã é bem grossa, preta com um jeitão aveludado, mas não sei dizer qual é a marca, pois já tinha o novelo em casa. A agulha de tricô é n°12.
Coloquei 13 pontos na agulha de segui tricotando em ponto pipoca:
1 meia, 1 tricô, 1 meia, 1 tricô... até o final da carreira.
Na próxima carreira, se a anterior terminou com 1 meia, comece com 1 meia novamente para dar o efeito pipoca e siga intercalando.
Tricotei até ter cerca de 1,80m, mais ou menos. Na verdade, a melhor medida é ver no corpo o tamanho desejado e, como eu tenho a mesma altura da comadre, fui experimentando o cachecol até achar que ficou com bom tamanho (por sorte, estava na casa da sogra e lá tem ar condicionado na sala! hehehe!).
Para finalizar, fiz um acabamento nas beiradinhas com crochê em ponto baixo (usei agulha n°3,75).
E ficou assim:
 E chegou o dia da despedida e eu fui bem valente desejar que o ano dos meus grandes amigos seja cheio de boas novidades. E que passe rapidinho!
=)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Na cozinha: tempura


A vida mudou bastante aqui em casa, com muitos acontecimentos de uma vez só. Entre as novidades, a mudança de emprego do marido, que está mais presente em casa (para nooooossa alegriaaaa!!!).
Ontem de manhã, logo que eu terminei a lista de supermercado, ele disse que poderia fazer as compras no fim do dia, o que havia se tornado uma coisa inédita nos últimos anos. E, vejam só como a vida pode ser simples: enquanto a gente guardava as coisas, marido ria, achando graça e se divertindo em poder fazer algo tão prosaico do dia-a-dia caseiro!
Mas o que mudou também foi nossa renda, já que tudo nessa vida tem seu preço. A gente tem saído menos, pensado mais nos gastos e feito mais coisas em casa, o que tem sido ótimo, por sinal (então, não se espantem de ver muitas receitas/tentativas de receitas novas por aqui).
Uma coisa que certamente vai diminuir é a ida da família a restaurantes japas, que a gente adora, mas que tem preços um tanto quanto salgados. Em geral, quando a gente ia comer comida japonesa, era minha oportunidade de pedir tempura, friturinha que eu adoro mas detesto fazer, pela lambança que causa na cozinha. E também porque meu estômago nunca aceita coisas oleosas muito bem. E também porque odeio limpar fogão... a lista de bons motivos pra não fazer é sempre grande, mas eu gosto de viver perigosamente além do que, hoje foi dia de faxineira em casa!
Não sei bem porque mas, antes de dormir, marido me perguntou se eu queria que deixasse alguma carne descongelando pra hoje e eu, já meio sonolenta, falei que era pra tirar dois peitos de frango pra fazer yakissoba. Ele estranhou, porque costumamos fazer com carne, e perguntou se eu tinha certeza. E eu, rabugenta, insisti que era frango mesmo. Enfim, apesar do sono e da troca dos nomes, eu estava sonhando era com o tempura fritinho em cima do gohan (arroz)!
E foi isso que tivemos de almoço:

Tempurá de frango e legumes (a receita rende um monte e foi um exagero, mesmo considerando que somos em cinco pessoas, então dá pra diminuir pela metade na boa)

2 peitos de frango
1 cenoura grande
1 cebola
1 abobrinha
100 grs de mistura para tempura (comprada em mercadinhos japa)
160 ml de água bem gelada
um pouquinho de curry em pó.
óleo de girassol pra fritar (cerca de 1 xícara)

Aqueça o óleo numa panela grande e funda (usei uma wok).
Ralei os legumes e cortei a cebola em fatias (na verdade, o tempura pode ser feito com os legumes que tiver/quiser). Cortei o frango em pedaços.
Misturei a mistura, a água e o curry com batedor em separado; a massa deve ficar bem líquida. Depois juntei tudo: massa, legumes e frango.
Não usei sal por conta do molho de soja que vai em cima depois mas, se você gostar, mande ver à gosto.
Fritei porções da mistura, pegando com uma colher grande de servir e escorrendo um pouco da massa (o ideal é que não tenha muita massa. Retirei com escumadeira e deixei em papel toalha, pra absorver o óleo.

Para o molho, dissolvi shoyu em um pouco de água com uma colherinha (chá) de amido de milho (vulgo, maizena) e uma colher (sopa) de melado. Levei ao fogo numa panelinha até ferver e engrossar um pouquinho. Servi em cima do tempurá e em cima do arroz.

A mistura de tempura é infalível mas, se for algo impossível de achar, faça assim: bata 1 ovo com a água gelada usando o fouet, depois misture 100grs de farinha de trigo branca e curry a gosto, batendo mais.
Apesar da lambança e do meu fígado fraco, como diz minha mãe, é das frituras mais gostosas!
Enjoy!


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Pequenas alegrias domésticas: garimpo


Achar coisas bacanas pra casa está no top 5 das minhas pequenas alegrias. Mais ainda, quando é resultado de garimpo; e, mais, mais ainda, quando o garimpo é presente vindo direto do armário da sogra. 
Amei especialmente o conjuntinho de pirex (raridade, né?), assim como as histórias de onde veio cada uma das loucinhas.
Boa semana!
=)


sábado, 19 de janeiro de 2013

Curtinhas aleatórias

* nessa semana que passou, parte da família foi passar uns dias na vovó. E, enquanto o filho mais velho  estava às voltas com vestibular e o marido trabalhando, eu fiz planos mirabolantes de um sem número de tarefas, numa espécie de semana de folga pra colocar a vida em ordem. Não cumpri nem um décimo - e é por isso que eu detesto planos.

* na mesma semana, uma velha companheira apareceu pra mostrar que eu devia ficar quieta: a enxaqueca. Foram 48h ininterruptas. Nessas horas, perder a cabeça tem um sentido todo especial pra mim.

* vim pra casa da sogra resgatar os filhos e descobri que ela cria dragões no jardim... hahaha! Ou melhor dragon fruits, como me ensinou VH-San (ou, ainda, pitaya):

* uma curiosidade: a última curtinha aleatória apareceu aqui em maio/10 (tempo, seu danadinho)! Achei que já era hora de resgatá-las, com pedacinhos das bobagens do meu dia-a-dia. Na verdade, acho que é hora de voltar a escrever uma ou outra crônica... será que eu dou conta?



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Na casa da cliente: Ana Lua

Eu tenho a sorte de ter umas clientes bem queridas, de verdade. E, de vez em quando, acontece da relação ir além do comercial, numa empatia que acaba virando amizade. Não é o tempo assim, mas quando acontece é muito legal.
Há uns meses atrás, a Ju (olha a intimidade...), que já era cliente, escreveu pra pedir orçamento pro jogo de quarto da sobrinha. Simpatizei na hora, porque imagina uma tia bacana assim?
Foram muitas conversas pra atender os desejos da Ju, da avó e do irmão e cunhada, já que o quarto da Ana Lua é um canto no quarto deles. Ao longo das conversas, nos adicionamos (avó e tias) no Facebook, onde eu ia postando as fotos do processo. E eu fui percebendo que a família toda é craft, daquelas que põe a mão na massa, cria e se diverte (mais empatia!).
O quarto dos pais, por exemplo, foi todo reformado por eles mesmos e ficou super moderno, com um tom de cinza bem bacana nas paredes. Fora os outros Antes&Depois da família, todos de super bom gosto.
O cantinho da Ana Lua também ficou assim, moderno e bacaninha, super colorido, ganhando destaque na parede cinza.
E, quando recebi as fotos feitas pela outra tia talentosa da pequena, a Barbara, que é fotógrafa profissional, fiquei pra lá de feliz. Porque ver seu trabalho já em uso num ambiente de verdade é algo muito alentador e emocionante, e mais ainda sabendo a forma tão amorosa como tudo foi preparado. Confiram e me digam se não é de suspirar.

Quem tem dúvida se parede cinza combina com criança, pode confirmar: combina e faz um fundo lindo para o branco do berço e as cores dos acessórios e dos brinquedos.


O trocador feito sob medida para a cômoda, junto com as bandeirinhas e o gatinho: mais colorido pra encantar a Ana Lua na hora da troca de fralda (e os detalhes: relógio de LP, térmica amarela... eta família de bom gosto)!





Detalhe pra almofada de tricô amarela (que me fez babar) feita pela vovó Cris e pro móbile de nuvens feito pela tia Ju (livremente inspirado no móbile da Viv Pontes, lá do dcoração), que contou que a ideia do móbile   veio do fato de que o pai da Ana Lua ama  chuva (muito amor, né?):


crédito das fotos: Bárbara Crepaldi Fotografia

Depois de tanto carinho, começo meu final de semana sabendo que vale a pena. Sempre.
Bom findi pra vocês!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Modo de fazer: luzinhas, suas lindas!



E passa o Natal e você com aquele monte de luzinhas dando bobeira, né?
Que nada. Com tanta ideia boa pra usar as benditas, não tem luzinha que fique desocupada!
Para essas coloridas, eu fiz um molde pequenininho (5x4cm), arredondei dois cantos, costurei, aparei com tesoura de picotar (fica mais fácil virar) e virei:



Depois, usando barbante fino e agulha, amarrei cada saquinho nas luzinhas (que devem ser de led, pra não ter o risco de acidentes). Dá um certo trampo mas, de novo, o que é que não dá trabalho nessa vida, minha gente?
Ficou super colorido e lindo:
E estende a alegria natalina em casa pro ano todo!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


O ano já começou animado, com dois bebês a caminho agora em janeiro e, portanto, dois jogos de quarto (protetores de berço, almofadas, colchas e trocadores) bem lindos.
O da foto é do pequeno João Miguel, que vai ter um quartinho clean, porém com toques de cor (pedido da mamãe!).
Moderninho fofo, né?
=)

p.s.: para encomendas, é só entrar em contato: ana@anasinhana.com

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Na cozinha: iogurte grego (ou como fazer uma gordinha feliz)


Tortuosos são os caminhos que levam a uma receita. Mas o ponto de partida é sempre o mesmo: a gula.
Desde a primeira vez que experimentei, estou fissurada no tal iogurte grego (aquele da marca azulzinha).
O problema é que, numa família grande, um pacote com quatro potinhos acaba sendo caro e, como diz a minha mãe, é apenas um "lambisco" e não dá pra matar a gula.
Então,  quando a Monise, do Brigadeiro de Colher, postou sobre a receita no facebook, eu fiquei aguada de vontade de tentar. Adaptei a receita do blog La Cucinetta, que a Monise indica, e fiz ontem, no maior suspense!
Hoje cedo, quando tirei o pano de cima da tigela, quase chorei de emoção (sim, eu sou do tipo que se emociona com comida!): o resultado foi um creme denso, perfumado, perfeito até pra comer sem nada mesmo. E o sabor... nem tem como descrever! O iogurte do tipo grego é bem menos ácido e muito mais cremoso e, obviamente, muito mais gordo. Mas vale cada colheirada.

E pra quem acha que dá trabalho, eu digo que sim, dá algum trabalho, como tudo nessa vida (mas nada assim, de tão absurdo). Mas eu prefiro ver as tarefas domésticas com prazer, sobretudo se for na cozinha. Quem gosta de se alimentar bem e acha um abuso o que se cobra fora de casa, tem que se arriscar, experimentar receitas e não ter medo de sujar as panelas.
Sinceramente, eu sempre assumo esse tipo de "trabalho" como algo extremamente prazeroso, sem contar o custo benefício, tanto pro bolso quanto pra saúde. Sem preguiça!


Iogurte Grego (ou maravilhosamente delicioso)

2l de leite integral pasteurizado (não serve se for leite UHT, ou "de caixinha")
2 xícaras de creme de leite fresco
1 potinho de iogurte integral

Ferva os 2l de leite numa panela grande, de fundo grosso (usei uma de inox, larga), mexendo por cerca de 20 a 30 minutos após a fervura para reduzir (a evaporação vai deixar o leite mais gorduroso).
Tire da panela e coloca numa tigela grande, juntando o creme de leite e mexendo para misturar bem.
Deixe esfriar até 46°. Caso você não tenha termômetro culinário, dá pra testar a temperatura colocando o mindinho no leite. quando conseguir contar até dez com o dedo mergulhado, sem chorar (hahaha), nem xingar, nem gritar de dor, a temperatura estará no ponto ideal.
Daí é só incorporar o iogurte, cobrir com filme plástico, enrolar uma toalha em volta e deixar descansando FORA DA GELADEIRA por 10 a 12h (eu deixei a noite toda).
Só isso e você terá o grande prazer de comer um iogurte delicioso no café da manhã!
=)


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cenas de uma (pré) festa!

Fiquei pensando em quantas pessoas ouvi sobre as expectativas por um ano melhor. Quase que um consenso, muita gente achou o ano passado um tanto quanto indigesto.
Eu mesma, apesar de desconfiar que todo ano tem seus altos e baixos, senti um certo alívio perto do final. Como se fosse mesmo a hora virar todas as páginas e começar novos capítulos (rezemos!).
Então, pra receber o novo ano, preparamos nossa tradicional festa de reveillon no quintal, com os melhores e mais queridos amigos de sempre (embora novos amigos sempre sejam benvindos, pois a mesa é farta e a alegria também).
Embora a gente não contasse com a chuva, deu tudo certo, ficou tudo lindo e gostoso.
Olha só como foi a arrumação:
A grama foi cortada, as mesas e cadeiras arrumadinhas embaixo do guardassol e da tenda, com flores e velinhas (e um pequeno nerd brincando no seu novo notebook!):

A bacalhoada foi pro forno à lenha de tarde, um tempo depois da leitoa (que, aliás, estava uma delícia):

A paredinha de azulejos, minha nova queridinha do quintal:


A prateleira super linda foi presente da Georgia do delicioso Amor em Casa. Eu, que nunca havia ganho nem frango em rifa de quermesse, mal pude acreditar quando recebi o presentão, feito pelo marido da Georgia (os dois são talentosos e curtem um diy, assim como a gente aqui em casa)!
Há tempos, a prateleira aguardava um lugar especial e acho que ficou bem legal em cima da geladeirinha. Amei, Geórgia, muito obrigada!

E olha o marido, cuidando do forno:


A parreira, linda como nunca, recebeu um monte de luzinhas:

De tardezinha, depois de tudo arrumado, eu e as meninas saímos rapidinho pra comprar um item essencial pra festa de ano novo no quintal: Havaianas novinhas em folha:
Nem a chuva estragou nossa alegria. Mas São Pedro foi camarada e, antes da meia-noite, a chuva parou e começaram os fogos (pra desespero da Lucy, a cocker daqui de casa):
E assim foi a nossa festa, preparada com o maior carinho e alegria, pra receber um novo ano feliz na medida, como deve ser!
Feliz 2013 pra todos!