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domingo, 31 de março de 2013

Domingo é dia de... almoço em família!


A melhor parte do domingo: sentar à mesa com a família e agradecer o Amor Renovado! 
Feliz Páscoa!

p.s.: e já almoçamos na sala nova quase pronta, aproveitando que a mesa foi pra lá pra servir de andaime da pintura de ontem...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Na casa do cliente: Dora

A Dora é a filhota de uma amiga crafter muito querida, então foi mais que especial criar algo para o quartinho lindo dela. 


 Como a Dora tem dois irmãos felinos, o Bento e a Lourdes, coloquei os dois na bandeirola também. Sabem como é, ciúme entre irmãos, né? hahaha!
Mais legal ainda tem sido acompanhar por fotos o crescimento dessa bebê tão feliz e sorridente, que já brinca entre os gatinhos, é toda estilosa e fofa (tô doida pra pegar ela no colo, Mari)!

p.s.: gostou da bandeirola e quer encomendar para o quarto do seu bebê? me manda um e-mail: ana@anasinhana.com

segunda-feira, 25 de março de 2013

Na cozinha: torta de ricota com açúcar e afeto!


Há uns dias, marido chegou do trabalho com um presente: um pedaço de ricota. E eu fiquei bem feliz porque, por mais prosaico que pareça, de vez em quando um gesto simples esconde muito mais do que se imagina.
O fato é que meu marido detesta ricota com todas as forças do seu ser mas, mesmo assim, lembrou de comprar sem que eu pedisse, porque sabia que eu estava com vontade de fazer essa torta. Foi sem nenhum interesse mesmo, porque ele não comeu nem uma lasquinha.
Fiz a torta e ainda fiquei me lembrando do primeiro ramalhete de flor que ganhei dele, quando a gente ainda era estudante. Ele tocou a campainha da república das japas onde eu morava, e estendeu a mão dizendo: "uma couve-flor para uma flor"!
Achei tão fofo!
E são essas e outras delicadezas que fazem a "sobremesa" de um casamento, aquele momento amoroso em que a gente sorri sozinho desfrutando o fato de ser amado.
♥♥♥♥♥

Torta de Ricota

1 ricota de cerca de 300grs., amassada com o garfo
1 lata de leite condensado
1 copo de requeijão de boa qualidade (nada de usar aquele qualquer coisa láctea engrossada com farinha, hein?)
4 gemas
4 claras batidas em neve
1 colher (chá) de essência de baunilha (ou, para variar, raspas de limão)
2 colheres (sopa) de amido de milho
3 colheres (sopa) de açúcar (um pouco mais para polvilhar)
manteiga para untar a travessa

Aqueça o forno a 180°. Bata os ingredientes no liquidificador, exceto as claras batidas em neve. Numa tigela, junte as claras delicadamente à mistura. Unte uma travessa com manteiga e polvilhe com açúcar (usei cristal orgânico e uma travessa redonda e funda de cerca de 25cm de diâmetro).
Asse até ficar corado.
Cubra com a geléia de sua preferência (eu fiz com geléia de framboesa). Leve para gelar por umas 4 horas e sirva para o ser amado, se ele gostar de ricota!
=)

domingo, 24 de março de 2013

Domingo é dia de... pintar, selar, envernizar!


Finalmente, conseguimos começar a pintura: cuidei das molduras e da janela, que já está selada e pronta pro verniz; marido cuidou de envernizar a porta do escritório. Mas ainda falta taaaanta coisa... depois conto mais no diário.
Boa semana a todos!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Antes & Depois: na casa da sogra, parte II

Não tenho feito muitas coisas pra minha casa, daí a ausência dos Antes & Depois. Até porque a casa em si está um grande "antes", já que a reforma se arrasta pra nunca mais terminar (hoje estou particularmente resmungona sobre esse assunto).
Ok, nem é tão verdade assim. O escritório do marido já está caminhando pra ficar pronto, com piso colocado, porta... e tá bem bonitinho!
O duro é a espera por material (tijolo em falta, já viram isso?), que faz a coisa toda ficar em stand by. Enfim, haja paciência.
Mas daí a cunhada me mandou as fotos de um projetinho que fiz pra casa da sogra há mais de um mês, quando fui levar a cortina da pia do quintal, lembram?
Minha sogra é cheia de coisinhas bacanas guardadas e a gente aproveitou uns pratos de madeira, com colagens antigas, pra renovar com tecidos combinando com a cor da parede e da cortina.
Foi bem fácil: cortei círculos nos tamanhos das ilustrações antigas, bem certinho. Depois, colei com cola branca levemente diluída em água, só pra ficar mais tranquilo de espalhar com o pincel. Depois passei mais cola branca em cima dos tecidos, pra garantir que fique bem impermeabilizado. Na hora em que passei a cola, achei que deveria ter pintado o fundo dos pratinhos, porque me pareceu que ficaria transparente. Mas, depois de tudo seco, a transparência sumiu.
Não cheguei a ver os pratinhos prontos, pois deixei secando na parede do escritório da cunhada antes de voltar pra casa.
E ficou assim na parede do quintal, junto com a cortina nova:
Mais de pertinho:
Enquanto isso, aqui em casa eu fico na expectativa de todas as novidades do tão esperado "depois" da reforma (aliás, amanhã tentarei fazer algumas fotos, na luz do dia)!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aprender a ser mãe...

A semana começou particularmente difícil. Eu, que sempre me achei uma mãe "de boa", não estou segurando bem o coração com a partida do filho grande para outra cidade, para estudar. Claro que tem o lado do orgulho, da alegria de ver as conquistas da cria e tudo o mais, mas mãe é mãe (dãããããrrr) e eu não seria diferente: estou sentindo saudades e tem pouco mais de 12 horas que ele saiu de casa.
Fiquei me lembrando que eu e o pai dele trilhados caminhos parecidos: eu, com 18 anos, saí de São Paulo e fui estudar a 300km da capital. Fui super decidida, afinal, sair de casa era o que eu queria desde os 14, quando pensei na possibilidade da emancipação.
eu, versão universitária!

Mas, chegando lá, bateu o medo e em dois dias eu liguei pra minha mãe, morrendo de dor de cabeça e dizendo que queria ir embora, que não suportava nem o cheiro da cidade (fui morar numa cidade em que havia produção de suco de laranja e açúcar, e a mistura dos cheiros doces do garapão com "bolo de laranja" foi motivos de enxaqueca por meses). Minha mãe me deu um resposta curta e grossa: "não te criei pra viver grudada na barra da minha saia" e bateu o telefone na minha cara. E eu fiquei chorando sozinha, no orelhão em frente do velório. Cômico, olhando de longe!
No fim das contas, acho que a rudeza da minha mãe foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido: no dia seguinte, arrumei um lugar fixo pra ficar, entrei num programa de ajuda da Universidade, abri conta no banco, comprei passe escolar. Enfim, comecei o meu aprendizado para a vida adulta, na marra e arrumando coragem sei lá de onde. Apesar de ter me sentido muito sozinha nos primeiros tempos, aprendi a me virar, a conviver em grupo (entrei em algumas furadas antes de achar a "minha" república) e a entender que ali, longe de casa, eu teria que contar comigo mesma.
Olhando a situação do outro lado, não sei se terei a mesma firmeza que a minha mãe teve. É claro que as coisas são diferentes, a estrutura familiar da gente é outra. Nem dá para comparar.
eu, versão mamãe e bebê!

O que eu sei é que a vida de mãe sempre nos testa e nos coloca diante de mudanças o tempo todo. E agora, terei que aprender a ser mãe de um menino universitário morando fora de casa. E já vou parar logo de falar, porque as lágrimas já recomeçaram a cair.
Filho, se você tiver saudade da sua mamãe velha, saiba que eu te amo e nem precisa me perguntar 6 vezes por dia (piada interna, galera, desculpaê)!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Na cozinha: banana+chocolate=bolinho

Quase toda quinta feira, minha mãe aparece por aqui pra dar uma ajuda no ateliê. Hoje, sem ter muita certeza de que ela viria, comecei a fazer nhoque (entendam, se eu tivesse certeza, não teria começado, porque essa é uma das especialidades dela).
Enfim, logo depois de esfriar e descascar as batatas cozidas, minha mãe chegou em casa. E assumiu as panelas e colheres, totalmente sem cerimônia (maior chega pra lá). E eu achei bem bom, porque sobrou tempo pra pegar as quatro bananas prata que estavam meio passadas na fruteira e inventar esse bolinho rápido, feito totalmente sem receita prévia.
Fiz assim: pré-aqueci o forno a 180° e untei com manteiga e farinha uma forma de bolo inglês.
Amassei as bananas numa vasilha, juntei meia xícara de açúcar, 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal e bati bem com o fouet. Juntei 1 ovo e bati mais. Depois, juntei 1/4 xícara de aveia em flocos finos, 1 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada e 1 colher (chá) de fermento e pó, também peneirado.
Daí, lembrei que tinha um tico (cerca de 2/3 de xícara) de chocolate meio amargo picado e juntei também.
Coloquei na forma e assei até dourar.
Segundo consta, ficou bem gostoso!
=)
E vocês, aproveitam as frutas que ficam sobrando na fruteira de algum jeito especial?

quarta-feira, 13 de março de 2013

Na casa da cliente: Chapeuzinho Vermelho!


O pedido da Dani, do delicioso Assim ou Assado, foi bem especial: boneca Red e seu lobinho seriam dados de presente de aniversário para a filhota dela e ainda serviriam de inspiração pra festa.
A moça é das minhas e, mesmo em meio a uma mudança de país e outras questões, meteu a mão na massa e organizou uma festa linda, possível e cheia de detalhes amorosos. Afinal, como ela mesma disse: "apesar do caos, é importante abrir espaço para a alegria de viver".

No blog dela tem mais fotos e a história completa, da qual eu tive a alegria de participar um pouquinho. E esses momentos tão especiais das casas alheias me fazem amar ainda mais meu trabalho!
Obrigada, Dani!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Diário de uma reforma: parte 3


Semana passada, a obra ficou em suspenso, já que a derrubada das paredes velhas dependia do vidraceiro colocar os vidros na tesoura das paredes novas. Atrasos e tempestades depois, isso só aconteceu na sexta-feira.

Mas hoje cedinho, chegou Seo João, o pedreiro, todo animado com a marreta e a serra. E eu, que sempre me achei uma pessoa muito construtiva, me vi em polvorosa com a parede da sala sumindo na base da marretada... engraçado como botar tudo abaixo é bem mais fácil do que construir (e se isso fosse possível sem levantar tanta poeira, seria perfeito).
Agora, já de noitinha, consegui deixar as coisas razoavelmente em ordem e, ao longo da semana, espero ter uma sala ampla, com o piso colocado e um escritorinho idem para serem pintados por nós mesmo (ai!) no final de semana. 
(a foto ainda era do primeiro momento de caos, em que a parede ainda estava sendo derrubada)

Só depois de tudo mais ou menos em ordem, vai começar a parte mais legal de todas: decorar. Já pensei nas cortinas, já mandei um móvel que eu adoro para ser laqueado, já pensei em novas cores para as cadeiras e novas disposições dos móveis e, quando olho pro sofá velhinho, a vontade que tenho é de fazer um carnê a perder de vista (sofá é coisa cara de doer, né?). Mas fim de obra é dureza e tudo o que não temos sobrando é dinheiro, apesar de colocarmos a mão na massa em muitas etapas, o que dá uma boa economia de mão de obra.
Mesmo assim, olhar não custa nada e, pesquisa daqui, pesquisa dali, achei algumas opções interessantes e com bom preço no mundo virtual (embora eu tenha a impressão de que comprar sofá é como comprar sapato: tem que experimentar, sempre). Fuçando um pouco mais, descobri a cuponation, que dá descontos em várias das lojas em que eu ando namorando sofás, como a Mobly e a Oppa.
E, claro, com desconto, a vontade de arriscar aumenta!
Alguém aí tem experiência de comprar sofá sem testar?
Será que tem regrinhas de medidas de assento, encosto, densidade e altura que a gente possa seguir sem medo?
Me contem, por favor!
Enquanto isso, sigo curtindo (#not) a poeira e a bagunça da obra e pensando que terei um longo final de semana de pintura pela frente!
Boa semana a todos.




quinta-feira, 7 de março de 2013

Na cozinha: bolo de lalanza!


Anteontem foi aniversário do meu irmão. E, no meio da correria, ele apareceu para almoçar aqui em casa de surpresa, sem que desse tempo de comprar presente ou fazer um almoço especial. Mas um bolinho no fim da tarde sempre dá tempo de fazer, né?
Mesmo que o tempo, esse vilão, seja escasso, a gente pode arrumar um tempinho para um carinho.
E lá fui eu buscar uma receita antiga, que acho que peguei da minha tia. Aquele tipo de receita que você sabe que pode confiar, porque vai dar certo e virar um bolinho fofo e gostoso.
Ah, o "lalanza" é um hábito aqui de casa e tem historinha: há muitos anos atrás, antes de ter filhos, a gente frequentava muito um restaurante chinês barato e meio duvidoso no centro da cidade. E meu marido se divertia perguntando pra chinesinha assim: "que sucos você tem?" e ela: "lalanza, belão, bolango, belancia..." e ele: "ah, então me trás uma água com gás?". Hahahaha!

Como a tarde estava bem bonita, servi o bolo na mesa do quintal. Mas pedi pro caçula ficar de olho, enquanto fazia um café na cozinha, com medo dos macaquinhos ladrões. E olha só como ele cumpriu a ordem:



Bolo de Laranja

1 laranja inteira (usei duas pequenas)
3/4 xícara de óleo de girassol
2 ovos
2 xícaras de farinha de trigo peneirada
1 1/2 xícara de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó

Pré aqueça o forno a 180°. Unte uma forma com manteiga e farinha. Corte a laranja em quatro, retirando só o miolo (parte branca) e as sementes (eu deixei uma com a casca e outra sem, mas sem deixar nenhuma parte branca, só usando os gomos). Bata as laranjas no liquidificador com o óleo e os ovos.
Coloque numa tigela e vá acrescentando aos poucos o açúcar, depois a farinha peneirada com o fermento. Coloque na assadeira e leve ao forno até que, fazendo o teste do palito, este saia limpinho (cerca de 40 minutos).
Para a calda, espremi uma laranja e juntei umas colheradas de açúcar (desculpem, mas realmente não medi), levando ao fogo até ferver. Despejei sobre o bolo ainda morninho e juntei umas kinkans cozidas no açúcar, que fiz há uns dias (delícia!).
E parabéns pro Celso!



terça-feira, 5 de março de 2013

Antes & Depois: uma cadeira

Lembram das cadeiras? Aquelas na fila de espera por um depois bem bonitinho?
Pois é, metade da tarefa foi cumprida! 


Uma delas passou pelo extreme makeover: passei removedor para tirar toda a tinta velha, lixei, lixei e lixei pra depois pintar.  Dessa vez, preferi não abusar das cores na cadeira, mas não queria branco. Então, escolhi um cinza meio azuladinho (Vista da Colina, da Coral), para colorir apenas nas almofadas, que posso trocar com mais facilidade.

Escolhi um tecido de bolinhas para o assento e listras pra lateral, com viés cinza pra arrematar (até comecei a preparar um passo a passo, mas terminei meio tarde no domingo e acabei não finalizando as fotos).

A outra cadeira também já foi pintada, mas ainda está secando (não imaginei que o tempo de secagem pros metais fosse tão maior que o de madeira) e também pretendo fazer uma almofada (diferente dessa, porque combinandinho não é muito meu estilo).
E vocês? Algum extreme makeover caseiro na agenda?


domingo, 3 de março de 2013

Domingo é dia de... ficar no quintal!



Ontem foi dia de cortar a grama, lavar as varandas e deixar tudo arrumadinho pra receber os amigos já que, de noite, teria festa surpresa pro filho mais velho, pra comemorar a entrada na universidade (apesar do baita orgulho, não quero falar sobre isso... deixa pra pensar quando for realmente a hora dele se mudar).
E hoje foi a vez da gente passar a tarde conversando, comendo e rindo com os nossos amigos, pois não fomos convidados para a festa de ontem (era coisa só dos adolescentes).
Apesar da canseira que foi cortar a grama, acho que não trocaria meu quintal por nenhuma cozinha gourmet de prédio bacana (fora que o exercício valeu por umas duas sessões de musculação!).
Boa semana!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Na cozinha: gelatina de uva


Depois do pavê, que é a sobremesa oficial dos tios engraçadinhos, acho que não tem coisa mais domingueira que gelatina. Aqui em casa, a molecada adora especialmente a coloridona que minha mãe faz. E, ultimamente, recuperei a receita mega antiga da gelatina com pedacinhos de abacaxi e creme, que tenho feito bastante. Essa da foto, de uva, é uma outra versão.
Como eu disse, gostamos muito de gelatina, mas não gostamos do tanto de açúcar e corante que vem na versão da caixinha (e nem me falem da diet, com aquele retrogosto de adoçante duzinferno). Então, passei a comprar gelatina sem sabor e fazer minha própria mistura.
Para a de uva, usei suco de uva feito em casa, com uva Santa Isabel, aquela miúda e pretinha, que dá um suco maravilhoso. Mas também dá para fazer com um suco de uva concentrado de boa qualidade.
Fiz assim: bati no liquidificador 500ml de suco de uva com a gelatina já hidratada (usei 1 colher de sopa de gelatina para 5 colheres de água, misturei e aqueci no microondas por 20 segundos). Eu sei que é um saco limpar liquidificador mas, acreditem, faz diferença, pois a gelatina fica mais uniforme e sem aqueles micropedacinhos que dão uma textura desagradável. Depois, coloquei na tigela e levei pra gelar por 1/2 hora.
Para o creme, repeti o processo da gelatina, dessa vez usando 400 ml de suco e bati no liquidificador com 1 lata de leite condensado e 1 de creme de leite. Despejei em cima da gelatina que já tinha endurecido um pouquinho e deixei gelar por cerca de 2h (a minha gelatina formou uma camada de espuma, talvez porque bati no liquidificador, mas achei que deu um efeito bonito).
Ah, uma dica é comprar a gelatina sem sabor a granel, em lojas de artigo de confeitaria ou de produtos naturais, que sai bem mais barato.
Fica uma sobremesa fresquinha, que a criançada adora e é bem mais saudável.

E, com uma cor naturalmente linda desse jeito, quem precisa de corante?
Bom final de semana!