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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Pão de mandioca e os amigos de sempre

Domingo passado, foi dia de festival da mandioca aqui no quintal. Não riam, nem pensem bobeira!
Quem tem amigos festeiros como a gente, sempre inventa um motivo pra se reunir, cozinhar, beber e papear. Engraçado isso, de sempre ter que ter um motivo... no caso dos meus amigos, a gente inventa e reinventa os motivos, que vão desde conquistas importantes ou aniversários, até a safra boa de mandioca da horta do trabalho das meninas.
Acho que, na verdade, isso é ser amigo: buscar motivos, mesmo que pequenos. Eu não vou dizer que fui a pessoa mais popular da escola e que tenho milhões de amigos (facebook não conta), até porque a vida se encarrega da seleção natural e muitos vão embora, seja porque se mudam, seja porque pisam na bola.
E, claro, a gente pisa na bola também (ninguém tem atestado de santo), também se muda e nem sempre tem vontade de deixar o endereço. Coisas da vida.
Voltando à mandioca, meus amigos tem outra característica que nos aproxima: o exagero e o medo de passar fome! hahaha
E, no domingo, me vi com vários pacotes de mandioca pré-cozida congelada e mais de um quilo de mandioca cozida, bem molinha, que sobrou do escondidinho. Como eu não gosto de desperdício, achei que daria um pão lindo e fui pra cozinha, lá pelas 21h, pra fazer um pão. Maluquice minha, porque estava frio e a massa não dava sinais de crescimento. Fui dormir e coloquei o despertador pra 00h30; levantei cambaleando, fui ver e nada. Achei que tinha gorado e fui dormir porque tinha um compromisso super cedo na segunda. Mas, quando levantei, a massa estava super crescida e linda e me rendeu 4 pães enormes!
Não tenho uma receita muito certinha, porque fiz tudo de cabeça. A única coisa que sei com certeza é de que usei 1,1kg de mandioca cozida, bem desmanchada e amassada. Bati 2 ovos caipiras, juntei com 1/2 xícara (chá, 240ml) de manteiga sem sal derretida; 1 colher (sopa) de sal; 3/4 xícara (chá, 240ml) de açúcar. Misturei com a massa de mandioca e fui juntando farinha de trigo aos poucos, junto com 2 colheres (chá) de fermento biológico seco (aquele para pão). Não sei quanto usei de farinha, mas a massa deve ficar um pouco grudenta, não muito lisa (à medida em que  junta farinha, você vai sovando a massa na mesa enfarinhada e soltando com a ajuda de uma espátula). Depois, coloquei numa tigela alta e deixei crescer, o que levou umas 8h.
Modelei os pães sem muita farinha (gruda um pouquinho), passei gema de ovo misturada com café pronto, mas sem açúcar pra ficar com uma cor bonita e levei pra assar por cerca de 40 minutos.
E garanti pão pra semana toda!

Não sei qual será o motivo da próxima reunião (safra de pinhão tá aí, como lembrou alguém no dia da mandioca!). Só sei que os meus amigos de verdade, que posso contar nos dedos das mãos, são ainda mais legais que pão fresquinho feito em casa. Muito amor, mesmo.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Brotinhos...

O meu amor pelas plantinhas cresce e se multiplica e os amigos ainda me dão mudinhas em vasinhos fofos, plantadas por eles mesmos!
Acho que acontece a mesma coisa com a vida. A gente colhe as coisas que planta ainda que, nem sempre, as mudas e sementes sejam fortes. Mas é preciso ser persistente, ter fé, acreditar em cada brotinho, que deve ser regado e alimentado. E as ervas daninhas, se não der pra eliminar, a gente aprende a conviver com elas, sem deixar que tomem conta do nosso jardim.
Bom final de semana!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Nas nuvens...

Tenho trabalhado três turnos. Juro, não é brincadeira e não tá fácil (mas tá fácil pra alguém?).
Nos últimos dois finais de semana, fiquei fora de casa e, no domingo das mães, eu estava só o pó, de tão cansada.
Mas tinha trazido na sacola essa fita linda de nuvenzinhas, que comprei da Priscila Cañedo, da Móbiles e Outras Manufaturas. Daí, comecei a renovar e dar uso pra essa moldurinha velha. Engraçado como, de vez em quando, a gente se anima com as coisas de casa, mesmo na maior canseira, né?
Não tem nenhum segredo e nem precisa de legenda: é só rabiscar, recortar e colar!



Facinho, né?
E fica bonitinho assim:
Na parede, pendurei o pratinho AMOR da coleção Sing's da Tok Stok, que eu amo, um passarinho de louça da ETNA e dois desenhos da minha filhota, um deles feito sobre um retalho de papel de parede. Só coisas cheias de amor e carinho!
Ah, por falar em coisas cheias de amor e carinho, duas blogueiras queridas postaram sobre o Ana Sinhana:
Primeiro a Lidiane Vasconcelos, do Bicha Fêmea falou sobre mães autônomas num post bem legal! Obrigada, Lidiane!
Depois, a Isabela Kastrup, do Arrumadíssimo, falou sobre a minha casinha num post todo fofo! Amei, obrigada, Isabela!
E vocês? Conseguem arrumar pique no meio da canseira pra cuidar da casa? Não vou dar uma de super mulher, mas a gente tenta, né?
=)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Bazar Ógente 11 - dia das mães


Eu, a mamãe foca, suas filhinhas e um monte de coisas e gente bacanas estamos nos preparando para encontrar vocês, amigos e clientes!


Estarei lá em SP amanhã para mais essa edição do Bazar Ógente!
End: Rua São Joaquim, 285 - Liberdade - São Paulo
Horário: 10h30 até 18h30.
Entrada Franca

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Plantinhas dentro de casa


Antes da reforma, eu nunca tinha me aventurado a ter plantinhas na sala, fora vasos com flores cortadas. Agora, como a sala ficou bem iluminada pelas esquadrias de vidro, o meu dedo verde se estendeu aos domínios internos também. Tenho me controlado pra sala não virar uma selva. E também pra não juntar um monte de vasos aleatoriamente. Tudo nessa vida doméstica requer um tanto de equilíbrio e algum senso estético...
A verdade é que eu gosto das plantinhas e do aconchego que elas trazem. Nem sempre a gente ganha ou tem dinheiro pra maços maravilhosos de rosas, né? Mas as plantinhas garantem viço e alegria o tempo todo, basta a gente aprender a cuidar delas e achar os lugares certos para colocá-las. É claro que rola um certo nível de assassinato até que isso aconteça... sim, sou culpada e já matei algumas suculentas afogadas (RIP).
Por enquanto, a sala tem as seguintes moradoras:

Terrário com mini-abacaxi: é super duradoura, pede meio copo d'água a cada 15 dias e não precisa ficar nos lugares mais iluminados. E cresce que é uma beleza. Depois que o abacaxizinho cai, é possível replantá-lo em outro vaso.

Suculentas: tenho na mesinha de centro e na estante; a maioria, pede colheradas semanais de água (nada de colocar com regador, pra não sofrer com o homicídio, hein?
Acho que são as mais adequadas pra dentro de casa, além de serem as plantinhas mais fofas e com precinho amigo em qualquer mercado.


 Coração de estudante: achei que ele seria mais manhoso para cuidar mas, quando vi o vaso todo cheio no mercado, não resisti e trouxe pra casa (aqui perto, tem um mercadinho japonês que tem as melhores e mais bem cuidadas mudas de plantas diversas, de rosas a suculentas). É uma daquelas plantas de infância, que me lembram a casa da minha avó, junto com uma outra parecida que tinha umas bolinhas e ela chamava de rosário. Muito amor!
Precisa ficar num lugar alto para que a "cabeleira" possa pender. Ainda preciso achar um jeito legal de pendurá-lo. A rosinha de sol é recém-chegada e já tem duas florzinhas que ficam abertas a maior parte do dia, mas logo estenderá seus domínios ao canteiro de lá de fora.
 Avenca: outra plantinha antiga, com cara de casa de vó e de infância. É mais delicada e não gosta de vento, nem de sol direto, embora goste de luz; pede mais regas (colo água duas a três vezes por semana e sempre verifico se a terra está úmida). Coloquei perto da porta, que é iluminado, mas sem sol direto.
 Cacto: não sei como chama, mas ganhei três mudas da minha tia. Uma delas está na casa da minha mãe e também fica dentro de casa. A outra, está no quintal, perto da janela do ateliê e já tem mais brotos. Já essa da foto está assim desde que chegou, embora esteja firme, não criou novos brotos.
As duas suculentas de trás, no pratinho, precisam de vasinhos maiores e devo trocar em breve. A do vasinho-mini-lindo era um galhinho que plantei e "pegou"!
O mais bacana de cultivar as plantinhas é trocar/ganhar dos amigos que também gostam. Nos últimos encontros, ganhei uma suculenta fofa e uma rosinha de sol. E distribui alguns pezinhos das pimentas que o marido está cultivando. Me sinto a própria tia trocando mudinhas e acho que esse é um dos melhores presentes de ter uma casinha.
E vocês? Também curtem as plantinhas dentro de casa? Contaí!
=)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Anota na agenda!

Aqui, muita correria. É encomenda, organização dos eventos do Bendito Coletivo (a gente está trabalhando em um monte de novidades, aguardem!), fotos, mais encomendas... e a agenda de bazares em SP que começa no próximo final de semana!
Então, tem sobrado pouco tempo pra fazer coisinhas gostosas, tutoriais, fotos interessantes e todas as coisas do dia a dia do blog que me fazem tanta falta. Mas estou feliz, porque tem sido muito rico me dedicar de cabeça às coisas que eu gosto. Feliz mesmo!
Enfim, quem quiser me encontrar, tem endereço certo nos próximos finais de semana. Anota na agenda:

Sábado e domingo (3 e 4 de maio), no Espaço Kazu. E, no sábado seguinte (10/4), no Bazar Ógente. Ambos na Liberdade, em SP (endereços no folder).
Apareçam!