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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Bendito sucesso!

Um dia lindo de sol, gente animada, costuras, amigos, bolos deliciosos, presentes, sorteios, risadas... foi assim a estréia do nosso Bendito Coletivo, com o 1° Ateliê Aberto!
Eu juro que achava que ia ser legal mas, como a idade traz a cautela, não achei que seria assim, um grande sucesso, logo de cara. Mas foi.
E eu só posso dizer que me sinto grata e feliz pelos encontros que essa vida maluca proporciona, pela alegria que vem do trabalho com as mãos e o coração!
Meu super obrigada pras queridas Vivian e Priscilla, que tem embarcado comigo nas horas e horas de organização do projeto; um obrigada mega-enorme para a Fabi, Simone e Lu, que vieram pra cá só com a promessa de carinho, sol e almoço; aos amigos, amados e familiares, que estão sempre apoiando; um abraço apertado em cada aluna cheia de vontade e humor, mesmo quando a professora erra o tamanho do quadradinho (Daniela, Emília, Leticia, Linda, Jaqueline, Patricia, Marianna, Giselle e Mika, vocês são foram demais a cada pontinho!); aos clientes, que vieram, curtiram e prestigiaram!
 E, claro, gratidão enorme aos parceiros do coração, Dri Haddad e Coats Corrente, que tornaram o encontro muito mais especial! 



















E que venham muitos outros Benditos!
=)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Bendito Coletivo e aulas de costura!

Vida de crafter não é fácil. Por mais que as fotos nos blogs e no facebook mostrem um povo feliz, que faz o que gosta, a realidade é dura e tem um lado de muito trabalho, de vez em quando com resultados aquém dos esperados. São muitas tarefas para quem quer fazer E vender as coisas que produz, e as dificuldades não são pequenas.
Pensando em tudo isso, me juntei com a Vivian Higa (Vivian.k Joias) e a Priscilla Ramos (Cumbuca Chic) e criamos o Bendito Coletivo!
O que é? O que faz? O que rola. A gente explica:

"O Bendito Coletivo surge com a proposta de reunir criadores que desenvolvam trabalhos autorais: artesãos, costureiros, joalheiros, ceramistas, designers, cozinheiros, estilistas, artistas visuais, ilustradores e crafters em geral comprometidos com a criação de produtos ou artefatos únicos e de linguagem contemporânea. O coletivo tem como intuito principal a realização de feiras ou bazares de arte/artesanato cujos objetivos são: 
• Oferecer ao público trabalhos artesanais selecionados de alta qualidade.• Propiciar ao público oficinas criativas ministradas por artistas e crafters.• Criar polos consumidores de artesanato contemporâneo nas regiões onde os eventos serão realizados.• Valorizar a ideia do artesanato como a criação única de um artesão-autor, e não a cópia de fórmulas, ideias ou modelos ou preestabelecidos.• Promover a ideia do artesanato como um produto de alto valor (versus a ideia do trabalho artesanal como algo barato).• Estimular o consumo de artigos de pequenos empreendedores independentes, versus a aquisição de produtos industrializados produzidos em massa.• Criar uma comunidade de artistas e artesãos que se apoiem, formando uma rede que potencialize contatos, trocas e oportunidades de negócios."

A ideia é que unindo forças, a gente consegue ir mais longe. E se diverte mais, se encontra mais, diminui a distância entre os crafters solitários em seus pequenos ateliês Brasil afora!
E, para comemorar o nascimento do Bendito Coletivo, resolvemos fazer um encontro por aqui, o primeiro Ateliê Aberto:
Além do bazar com expositores bem especiais:

MuuLovers: bolsas e acessórios
Fshizue: ilustrações e sketchbooks
Lu Haddad: produtos estampados
Vivian.k Joias: joias artesanais em prata
Cumbuca Chic: cerâmica
Ana Sinhana: costura divertida

Teremos também os quitutes deliciosos da Escola de Culinária Ovos Quebrados, oficina de costura comigo pra fazer uma almofada lindas com tecidos da Coats Corrente (não me xinguem, mas as vagas já estão esgotadas... prometo que aviso bem antes da próxima vez), sorteio com presentes lindos dos nossos expositores e apoiadores, muita conversa, cafezinho com bolo e alegria.
Porque, mesmo sendo dura, a vida de crafter precisa ser assim, com os amigos por perto!
Apareçam!
p.s.: quer saber mais sobre a iniciativa e os eventos? segue a página Bendito Coletivo no Facebook!



quarta-feira, 26 de março de 2014

Um pão sem sova e as desculpas...


Oi gente, vocês ainda lembram de mim?
Sei que faz um tempão que não posto nada e, juro, não é por falta de vontade. É que, de vez em quando, a vida fora da telinha pega a gente de jeito e é tanta coisa pra fazer no mundo real que sobra pouco tempo para uma dedicação mais intensa no mundo virtual. Mesmo assim, quem me acompanha no instagram (@anamatusita) tem visto fotos que provam que ainda ando por aqui!
Mas tenho certeza que depois dessa belezura de pão fácil e delicioso da foto, ceis vão tudo me perdoar pela ausência!
Descobri a receita no belo bleubird e, depois de pesquisar um pouquinho, assistir um vídeo um padeiro, vi que era molezinha mesmo, como a moça fala.
Sempre quis fazer um pão com cara de pão da padoca em casa, mas com a certeza de que a farinha era boa e de que o padeiro não tinha batido a bituca de cigarro na massa (desculpem, esse é um trauma de infância, coisa que ouvi minha mãe dizer e que nunca mais saiu da minha cabeça: ela vivia dizendo que os padeiros eram criaturas grotescas, que fumavam enquanto faziam pão e uma série de outras coisas nojentas que não vou mencionar).
Enfim, maluquice à parte, a receita é boa, fácil, barata e dá certo. Só requer um tanto de paciência (e nada de cigarro na massa). E, conforme prometi pra mulherada do instagram, eis a receita:

Pão sem sova
xícara medidora de 240ml
rendimento: 1 pão médio

3 xícaras de farinha de trigo branca
1 1/2 xícara de água
1/2 colher (chá) de fermento seco para pão
1 1/4 colher (chá) de sal

Numa tigela grande, misture os ingredientes secos. Junte a água e vá misturando com o auxílio de uma colher de pau. A massa fica pegajosa e não é necessário amassar, nem misturar demais. Cubra a tigela com filme plástico e deixe a massa crescer entre 12 a 18 horas (sim, precisa crescer esse tantão de tempo mesmo. O que eu faço aqui em casa é preparar a  massa à noite e assar no dia seguinte; em dias quentes, 12 h é mais que suficiente para o crescimento).
Depois do tempo de crescimento, enfarinhe uma superfície (pode ser a mesa ou a pia limpas), coloque a massa delicadamente, enfarinhe um pouco sobre a massa, dobre e enfarinhe de novo (não trabalhe demais a massa para não destruir as bolhas lindas de ar que se formaram). Cubra com um pano e deixe crescer por mais 2 horas.
Durante a última meia hora, coloque uma panela de ferro esmaltada alta para esquentar no forno a 180° (a receita pede uma Le Creuset com tampa e eu uso a minha genérica coberta com papel alumínio, pois a tampa tem pino plástico). Creio que seja possível achar uma alternativa para quem não tem a panela, desde que seja alta e grossa o suficiente.
Depois de quente, coloque a massa dentro da panela, cubra e leve para assar por meia hora. Depois desse tempo, retire o papel/tampa e deixe dourar por mais uns 10 minutinhos.
A massa é bem molinha, mas não ceda, de maneira nenhuma, à tentação de colocar mais farinha ou sová-la.


Esse pão tem sido um sucesso aqui em casa e eu tenho feito bastante, alternando com a receita do pão de cerveja, que também é bem boa. E, embora eu não seja radical nem tenha ideias malucas sobre a higiene e conduta dos padeiros, acho ótimo saber certinho o que tem no pão que a minha família está comendo.
=)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

FAQ: a máquina de costura e seus acessórios


Quando eu era criança, a máquina da minha mãe tinha uma caixinha que eu achava o máximo e vivia pegando pra brincar. Eram vários disquinhos que, misteriosamente, mudavam os pontos da máquina!
Fascinante pra uma criança que achava tudo aquilo muito mágico.
Hoje em dia, as máquinas modernosas mudam de ponto com um clic e tem tantos, mas tantos acessórios... é menos mágico, mas muito mais prático, embora eu tenha a sensação de que nunca utilizei todos eles e todas as suas possíbilidades.
Porém, dois acessórios que uso muito e indico para quem gosta de patchwork são a mesa extensora e o pé de quilt reto:


Minhas duas máquinas de patchwork vieram com esses acessórios de fábrica, mas é fácil encontrá-los avulsos para serem adaptados em outras máquinas.
A mesa extensora serve para aumentar a área que vc vai trabalhar e é especialmente útil na hora de quiltar (unir patchwork, manta e forro).
Já o pé (ou calcador) para quilt reto, facilita o transporte do acolchoado, deixando o ponto mais uniforme (não fica aquela sensação de "roda presa" que acontece de vez em quando com costuras muito grossas).
Esse pé não deixa o tecido solto como o pé para quilt livre, então só serve mesmo para o quilt reto.
Olha ele em ação:

São dois acessórios bem legais e valem o investimento para quem trabalha com patchwork (para quem ocasionalmente faz alguma coisa com a técnica, não acho que seja tão necessário). Não tenho a menor ideia do preço pois, como eu disse, os meus vieram com a minha máquina, mas deve ser fácil pesquisar (nada que o Google não responda, né minha gente?).
Enfim, acho que tudo o que facilite o trabalho é bem vindo, mas a gente tem que ter bom senso, testar antes (tem muitas lojas/assistências técnicas que te permitem isso) e ver se vale a pena. Afinal, dindim não é fácil de ganhar.
Boas costuras, boa semana!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Na cozinha: bolo de banana, aveia e cranberries


Engraçado como a vida muda de um dia pro outro e a gente se vê meio encantada, muito feliz e um tico preocupada. Nos últimos tempos, só coisas boas tem acontecido nessa família e, claro, como eu sou a mãe/filha mandona sempre me vejo no meio das situações, ajudando ou decidindo.
No meio do meu pragmatismo todo, também me permito ficar sensível ao perceber que, cada vez mais, cada um terá sua vida e suas tarefas. E os almoços mais demorados e lanches da tarde mais elaborados ficarão raros.
Como tudo que é raro também é especial, aproveitei que "achei" minha mãe no mercado aqui perto na terça passada (totalmente sem combinar, dá pra crer?), comprei peixe e camarão e fiz um almoço bem especial. E, enquanto o peixe cozinhava, vi que a @raquelloback tinha postado foto de um bolinho de banana light, sem açúcar, nem farinha. E já que eu ando evitando os doces e as gordices em geral, achei que era uma boa pedida pro lanche sem culpa.
A única coisa que eu não tinha era uva passa (porque nunca tenho mesmo, já que aqui o povo não curte), mas substituí por cranberries secas e ficou delícia!
A receita é do sempre prático e delicioso panelaterapia e resultou num bolo macio, ainda que não muito fofo, que sumiu rapidamente do prato.



Bolo de Banana e Aveia (receita levemente adaptada daqui, para render um bolo maior pra uma família gulosa!)

3 bananas nanicas (segundo a receita, devem estar maduras, quase estragando. como as minhas eram novas,coloquei 1 colher de sopa de açúcar mascavo por minha conta e risco);
1/2 xícara de cranberries secas;
2 ovos grandes;
1/3 xícara de óleo;
1 1/2 xícara de aveia (usei farelo);
1 1/2 colher (sopa) de fermento em pó.

Pré-aqueci o forno a 180° e untei uma forma de bolo inglês com manteiga e farinha. Bati tudo no liquidificador, deixando a aveia e o fermento para misturar depois, numa tigela.  
Levei para assar por cerca de meia hora.
Ficou bem gostoso (até levei de merenda pra professora de spinning na aula da tarde!).


Enfim, se as mudanças são muitas e trazem a felicidade geral da família, o negócio é aproveitar (ainda mais) cada momentinho que tivermos juntos, sempre com amor e alegria.
Bom final de semana!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Encomendas: quarto da Alice

Quando a mamãe da Alice me escreveu falando sobre o quarto dela, já fui imaginando os tecidos, as cores e a composição que faria. Foi tão gostoso e tranquilo trabalhar nessa encomenda, quase como se eu tivesse para a minha própria casa (tanto que minha filha pediu uma manta igual...)!
 A manta, toda em quadradinhos de algodão rosa, turqueza, amarelo e um pouquinho de branco e preto, vai cobrir a caminha infantil (a pequena já vai dormir na caminha de cara, sem berço!).
As almofadas e a boneca fazem referência ao livro. Tão lindo, né?
E, claro, não poderia faltar a bandeirolinha com nome:
A cada encomenda de bebê, sinto uma enorme alegria. É meio inevitável: mesmo sem conhecê-los pessoalmente, fico imaginando o quartinho, as brincadeiras, os chorinhos... dá até uma certa nostalgia!
E, se você também está esperando a chegada de tanto amor e quer encomendar um enxovalzinho, me escreve: ana@anasinhana.com.
Os produtos também estão listados na loja virtual, para encomenda.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Antes & Depois: armário que virou lousa

O ano chegou chegando, com muito trabalho e correria. E, quando me dei conta, janeiro já tinha ido embora, junto com as férias. Não é uma reclamação, de forma alguma: fizemos um monte de coisas em casa, aproveitando o tempo juntos e comemoramos as mudanças e novidades na família (foram muitas notícias boas ao mesmo tempo e, quando algo legal acontece com quem a gente ama, a família toda comemora).
Mas, pra receber fevereiro, eu vi que preciso me organizar e arrumar as coisas direitinho, o que inclui fazer uma baita faxina nos armários, coisa que eu detesto. Já comecei pelo dos meninos, que estava mais fácil, e vi o tanto de roupas e sapatos que  não servem mais, mas podem bem servir pra outras pessoas.
No ateliê, aparentemente a coisa tá mais organizadinha com as prateleiras novas, mesmo que eu ainda não tenha tido tempo de organizar (ao menos, está com cara de arrumado...).
Eu disse aparentemente com uma razão: hoje, quando tive que fazer umas anotações rápidas, percebi que os blocos de papel estavam enfiados sei lá onde, que não tinha nenhuma caneta por perto, nem lápis que tivesse ponta. Grrrr...
Daí, lembrei que a lousa que eu fiz pra esses momentos em que rabiscar é necessário, caiu do armário e ficou com  um tantão de fita dupla face no lugar. Fiz a limpeza, usando uma dica bem boa do técnico de máquina que veio aqui outro dia: passei óleo de máquina nos restos de cola e consegui tirar tudo facinho (depois, limpei com pano úmido e detergente).
Mantive a ideia de ter uma lousa na lateral do meu armário de aviamentos. Para fazê-la, usei contact preto fosco e uma fita decorativa bem linda, que comprei há tempos da Móbiles e Outras Manufaturas:

Acho que nem é necessário descrever como foi feito, né? 
Afinal, não tem coisa mais autoexplicativa do que Contact no mundo craft!
Olha só como estava e como ficou:


Já anotei umas coisinhas e recebi um recado-desenho da minha filhota amada (a gente usou uma caneta que vira giz depois de seca, que comprei na Daiso-SP, mas o contact também aceita o giz de lousa comum; as meninas do superziper fizeram uma matéria falando sobre a caneta recentemente).

Achei que ficou charmososinho, ainda mais porque a lateral branco-encardido do armário não me agradava nem um pouco. A cortina que eu trouxe de viagem também foi recém colocada, finalmente.
Foram micro-arrumações rápidas mas, mesmo assim, minha bancada está bem mais funcional e bonitinha.
Bom fevereiro pra todos!
=)